Em reunião realizada nesta quinta-feira, 13 de agosto, a Adufs discutiu junto com a Administração Central e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (Sintest/UEFS), a realização de uma ação conjunta de combate ao feminicídio. Considerando que estamos no mês de enfrentamento à violência familiar e doméstica contra meninas e mulheres, o objetivo é colocar em prática ações que contribuam para a prevenção e combate destas violências. A ...
Continue lendo...A Central de Atendimento à Mulher está disponível 24 horas por dia, incluindo domingos e feriados. Precisou de ajuda, ligue 180.Se for um caso de emergência, se você corre risco de morte, acione a Polícia Militar através do 190. O socorro pode chegar mais rápido.Precisa de uma medida protetiva? O aplicativo TJBA Zela foi lançado pelo Tribunal de Justiça da Bahia e permite que vítimas de violência doméstica solicitem Medidas Protetivas de Urgência digitalmente, de forma sigilosa e ...
Continue lendo...A cada 6 horas uma mulher morre vítima de feminicídio no Brasil. Cerca de 62,6% das vítimas são mulheres negras, segundo a pesquisa "Retrato dos Feminicídios no Brasil (2025)", do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.Diante do crescente número de feminicídios que atingem mulheres cis, trans e travestis, sobretudo as negras, o Grupo de Trabalho de Políticas de Classe para as Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS), da Adufs, lançou uma campanha ...
Continue lendo...O Plenário do Senado Federal aprovou, na última terça-feira (24), a inclusão da misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação. O Projeto de Lei (PL) 896/2023 estabelece pena de dois a cinco anos de reclusão, além de multa, para esse tipo de crime.O projeto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). A matéria segue agora ...
Continue lendo...A Adufs vem a público manifestar seu profundo pesar por mais uma vítima do feminicídio no Brasil. A professora de Direito, Juliana Santiago, foi assassinada na última sexta-feira, 06 de fevereiro de 2026, ao ser atacada por um estudante dentro de uma sala de aula, numa instituição privada de ensino superior, localizada em Porto Velho (RO).O crime bárbaro se soma aos milhares que ocorrem todos os anos e coloca o Brasil entre os primeiros no ranking de feminicídios no mundo. Muitos destes ...
Continue lendo...No ano de 2023, o Brasil registrou um total de 1.463 homicídios, segundo o relatório publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O número representou um aumento da taxa de homicídios em 18 estados do país. É o maior número registrado desde a implementação da lei de feminicídio criada em 2015. Na Bahia, quase 130 homicídios foram registrados também em 2023. O estado já havia liderado o ranking de feminicídios na região Nordeste, com 91 registros, ...
Continue lendo...No primeiro semestre de 2023, 722 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, o que representa em média quatro assassinatos por dia, um crescimento de 2,6% comparado ao mesmo período do ano anterior, quando 704 mulheres foram assassinadas por razões de gênero. É o que revela levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgado na segunda-feira (13), com base nos boletins de ocorrência registrados pelas Polícias Civis dos estados e do Distrito ...
Continue lendo...O aumento da violência na Bahia tem ganhado maior visibilidade em decorrência da divulgação dos dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública que apontam para um crescimento significativo dos casos de morte, principalmente, em decorrência de ações policiais. Em paralelo a estes números, é perceptível que a violência de gênero tem se ampliado, não apenas no Estado. Casos letais, como o assassinato brutal da Ialorixá Bernadete Pacífico, seguem acompanhados de diversos ...
Continue lendo...Não há trégua para o feminicídio no Brasil. A estudante de Jornalismo, Janaína da Silva Bezerra, de 22 anos, que morreu após calourada na UFPI (Universidade Federal do Piauí), teve sua morte confirmada por violência sexual em laudo preliminar do IML (Instituto de Medicina Legal de Teresina).De acordo com o G1, segundo o coordenador do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), o delegado Francisco Costa, a vítima também teve o pescoço quebrado.O IML confirmou que ...
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