69º Conad será realizado de 3 a 5 de julho em São Luís (MA)
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Apesar de sancionada a Lei Maria da Penha, a violência contra as mulheres no país vem crescendo de forma elevada, principalmente na Bahia, que ocupa o segundo lugar no ranking em violência doméstica. A situação está associada à ineficiência das políticas públicas instituídas para atendimento à classe, além da herança histórica do Brasil colônia, período em que a figura feminina era representada pela maternidade e subserviência ao homem. A análise foi feita pelas professoras Roseli Afonso (Movimento Mulheres em Luta/Bahia) e por Valdecir Nascimento, do Instituto Odara, debatedoras do V Seminário “Violência contra as mulheres na perspectiva dos movimentos sociais e da academia”.
Segundo Roseli Afonso, a violência é produto do machismo, que assim como o racismo e LGBTfobia são formas de opressão que contribuem significativamente para aumentar os níveis de exploração da mulher. A professora ainda aponta que as políticas públicas de atendimento deveriam concretizar serviços que ajudassem as vítimas a enfrentarem a violência. “Precisamos de investimento e financiamento dos governos para colocar em prática propostas como a Lei Maria da Penha, que é positiva, mas não funciona por falta de recursos. O Judiciário sequer a conhece. Também há muita desigualdade no acesso aos serviços de combate à violência - São Paulo possui 120 Deam, enquanto Rondônia, que estatisticamente é mais violenta, possui apenas uma”, disse, reiterando que é urgente a destinação de mais recursos financeiros para os setores públicos.
Valdecir Nascimento, que destacou a violência contra a mulher negra, ainda mais agressiva por conta do período da escravidão, ressalta como grande desafio a luta pela construção pela igualdade de gênero. “Entendemos que é necessário a organização das mulheres, que ocupem as ruas e que sejam capazes de construir um debate entre mulheres e homens para que, articulados, lutem contra o machismo, o racismo e a LGBTfobia”.
Larissa Penelu, diretora da Adufs presente no Seminário, destacou o posicionamento da Associação, enquanto sindicato classista, e o trabalho de conscientização da classe trabalhadora, em especial os docentes, de pautas do movimento feminista. O V Seminário “Violência contra as mulheres na perspectiva dos movimentos sociais e da academia” ocorreu na última quinta (17), como parte das atividades alusivas ao 8 de Março. A realização foi do Coletivo de Mulheres de Feira de Santana (Comu), do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Relação de Gênero da Uefs (Mulieribus) e da Adufs, com apoio da CSP-Conlutas.
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