Nota de Pesar - Sra. Djanir Lemos Bastos
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A luta em defesa dos direitos das mulheres ganha especial evidência no mês de março em decorrência da celebração do dia internacional das mulheres. Data histórica, o 8 de março foi oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975 atendendo às crescentes mobilizações que tiveram origem nas reivindicações de mulheres trabalhadoras pela igualdade de gênero. Desde então a pauta foi significativamente ampliada e muitas conquistas se acumularam diante dos contínuos enfrentamento de movimentos de mulheres cis, trans e travestis.
Apesar disso, ainda vivemos sob o peso de uma sociedade machista e misógina que impõe às mulheres cotidianamente o peso de violências múltiplas que reforçam a necessidade de intensificação das lutas. A prova disso são os números especialmente estarrecedores que aparecem nas manchetes dos jornais nesta data.
Segundo o IBGE, apesar de mais escolarizadas, mulheres ganham 21% menos que os homens; Mulheres dedicam o dobro do tempo dos homens com o cuidado da casa; Em 2023, quatro mulheres foram vítimas de feminicídio por dia; Mulheres pretas ou pardas têm a menor participação na força de trabalho remunerada; Uma mulher é vítima de algum tipo de violência a cada três horas.
A análise dos dados nos permite afirmar que a desigualdade de gênero também tem avançado a passos largos, com disparidades entre o próprio gênero, com base nas categorias de cor, classe, orientação sexual, e etc.
O que comemorar neste dia da mulher? A professora da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e diretora da Adufs, Acácia Batista Dias faz apontamentos sobre particularidades em relação ao gênero: “A data sugere uma reflexão acerca das condições materiais cotidianas de existência/resistência de mulheres cis, trans, travestis. Observa-se que se por um lado há desigualdades socioeconômicas, violências e preconceitos direcionados para todas nós, por outro lado temos singularidades que revelam maiores vulnerabilidades associadas às categorias de classe, raça e identidade de gênero”, afirma.
Ao longo dos seus 42 anos, a Adufs tem assumido o compromisso de somar nas lutas em defesa dos direitos das mulheres com práticas efetivas de combate à desigualdade e situações de violências com docentes e demais integrantes da comunidade acadêmica. Somos vigilantes quanto às práticas que se desenvolvem no interior do sindicato, envolvendo professoras, demais trabalhadoras e estudantes e consideramos que qualquer iniciativa que não se coloque na oposição radical deste sistema opressivo não pode ser tolerado.
Dentro dos limites da nossa atuação enquanto representantes de uma categoria, atuamos para realização de práticas de reparação nas mobilizações para maior participação de mulheres diversas e também entendemos que no campo da linguística, da representação audiovisual, da nossa voz enquanto entidade, isso deve ser implementado.
Neste dia 08 de março, reforçamos o nosso empenho com as lutas das mulheres, sobretudo, pelo direito à vida digna e ao bem-viver.
Feliz Dia de Luta!
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