Adufs presente no 69º Conad, do Andes-SN
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A diretoria do
ANDES-SN publicou uma nota sobre o resultado das eleições presidenciais de 2022,
cujo resultado foi a escolha de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente do
Brasil. Lula teve 60.345.999 votos (50,90% dos votos válidos) neste domingo
(30). Seu adversário, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), obteve 58.206.354
(49,10% dos votos válidos). Para o Sindicato Nacional, a terceira vitória do
ex-metalúrgico Lula, no segundo turno das eleições, representou um passo
fundamental na luta pelas liberdades democráticas no país e a derrota de uma
política genocida, anticientificista, fascista e ultraneoliberal que culminou,
nos últimos quatro anos, no aumento da fome, da miséria, do desemprego e da
violência.
“Mesmo com várias
ameaças de golpe por parte de Bolsonaro e seus (suas) aliado(a)s e de
tentativas de cerceamento do direito de voto por parte da Polícia Rodoviária
Federal, o(a)s brasileiro(a)s demonstraram a necessidade de derrotarmos este
projeto nas urnas. No entanto, é muito expressivo o apoio a Bolsonaro e sabemos
que sua base política na Câmara e no Senado nos deixa em um alerta permanente
de luta para derrotá-la nas ruas”, diz um trecho da nota.
Segundo o
ANDES-SN, mesmo com a derrota de Bolsonaro, é preciso seguir em estado
permanente de mobilização da categoria docente e do conjunto das servidoras e
dos servidores públicos contra a retirada de diretos sociais duramente
conquistados pela classe trabalhadora brasileira.
“Exigiremos o
compromisso de Lula e seus(suas) aliado(a)s para derrotarmos as propostas
nefastas do Capital para o país, como é o caso da contrarreforma
administrativa, exigiremos a revogação do Teto dos Gastos, dentre outras pautas
que são fundamentais para avançarmos em melhores condições de trabalho e de
vida para o(a)s trabalhadore(a)s. Não aceitaremos as ameaças de Arthur Lira e
seus aliados no avanço das contrarreformas. Reconhecemos o processo eleitoral
como um passo importante para o exercício da democracia brasileira, mas temos a
convicção de que é só a luta organizada do(a)s trabalhadore(a)s que poderá
garantir que nossos anseios enquanto classe possam ser atingidos. Lutamos por
um mundo sem exploração e opressões e isso só se dará com o povo trabalhador
organizado. É momento de fortalecermos o movimento sindical, popular e de
juventude e permanecermos em mobilização pela garantia de que Lula possa
assumir o governo no dia 1º de janeiro de 2023 e que possamos seguir avançando
na reorganização das nossas lutas”, enfatizou a nota.
Fonte: ANDES-SN, com edição.
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