20/05 (QUA): Adufs realizará mobilização sem paralisação
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As aulas presenciais seguiram suspensas até o final de janeiro em boa parte do ensino superior do país. Com o avanço da ômicron e, ainda, o anúncio de novas variantes do coronavírus, o debate sobre os riscos e restrições se intensificou nas comunidades acadêmicas. Cada universidade teve autonomia para decidir como será a volta às aulas. Na UFRJ, uma das maiores universidades do país, o início das aulas presenciais foi adiado por conta do aumento de casos. Nas universidades estaduais da Bahia, a previsão é de retorno presencial a partir do dia 14 de fevereiro.
A primeira instituição estadual baiana que retomará o período letivo 2022.1, no dia 14 de fevereiro, é a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Por conta da questão sanitária agravada com a Ômicron, a universidade adiou o retorno, que estava previsto para 2 de fevereiro, em duas semanas.
Na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) também houve adiamento do início das aulas para o dia 07 de março, em modelo totalmente presencial. De acordo com o coordenador geral da Adufs e professor do Departamento de Saúde (Dsau) da Uefs, Elson Moura Júnior, as atividades retornarão com um Plano de Retomada que foi construído entre o Comitê Sanitário da Uefs e as representações dos seguimentos. “Atualizamos o plano e apresentamos nossas preocupações. O debate se deu no seguinte sentido: acolher as preocupações e acompanhar a evolução da pandemia. Existe uma aposta, com base nos gráficos que analisam a Ômicron na África, de que a tendência é existir um pico, depois uma queda e estabilidade”. O professor reforçou ainda que, caso a conjuntura sanitária se acirre, existe uma prerrogativa na resolução do Consepe da Uefs de que as atividades aconteçam de forma remota.
Na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), as aulas retornarão presencialmente no dia 14 de março. Segundo a resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Uesc, que aprovou a decisão, as aulas serão totalmente presenciais, podendo ter algumas aulas remotas a depender da justificativa dos colegiados. Na Uneb, conforme a resolução do Conselho Universitário (Consu), está prevista para o primeiro semestre de 2022 o retorno presencial, com oferta dos colegiados de curso de graduação, pós-graduação e das ações extensionistas e de pesquisa. A universidade está concluindo a construção de uma minuta que norteará a metodologia que será adotada nos próximos meses.
Alertas e riscos
A ômicron é considerada pela OMS uma variante de preocupação que carrega mais mutações e, por isso, é bem mais transmissível. Testes sequenciados ao longo de janeiro pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectaram que a ômicron é a variante dominante nos casos de Covid-19 registrados na Bahia, predominando em 76%. No mesmo mês, o estado registrou um aumento de 867% dos casos de Covid-19, segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). De acordo com o órgão, até o dia 2 de fevereiro, a ocupação dos leitos de UTI pediátrica na Bahia já ultrapassava a marca dos 100%, dos 29 leitos 30 estão ocupados. A situação também é preocupante no índice de ocupação da UTI de adultos, 431 dos 595 leitos do estado estão ocupados, representando uma margem de 73%.
No dia 11 de janeiro foi divulgado no Diário Oficial do Estado um novo decreto para o enfrentamento da pandemia. De acordo com as determinações do governo, só poderão entrar nas dependências das universidades as pessoas devidamente vacinadas, em cumprimento ao calendário de vacinação local. Servidoras e servidores devem cumprir o ciclo vacinal e registrar essas informações junto ao RH-Bahia no link https://rhbahia.ba.gov.br.
Ronalda Barreto, coordenadora do Fórum das ADs, reforça a importância de garantir, na volta às aulas, os protocolos de segurança sanitária com condições estruturais e pedagógicas. “O funcionamento presencial das universidades estaduais gera uma circulação muito grande de pessoas, inclusive com trânsito intermunicipal. É preciso garantir as medidas necessárias para que não coloquemos vidas em risco. Serão fundamentais as testagens, cobrança do comprovante de vacinação de estudantes e servidores, estruturas das salas, distanciamento social, uso de máscaras e um acompanhamento rigoroso da situação da pandemia pelos comitês de biossegurança”, reforçou a professora.
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