Adufs participa de reunião do GTPCEGDS, em Brasília
Nos dias 24 e 25 de abril, a professora Acácia Batista Dias e o professor João Diogenes Ferreira representaram a Adufs na reunião nacional do Grupo de Trabalho de Políticas de Classe para as ...
Continua a paralisação dos procedimentos eletivos feitos por médicos que atendem pelo Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais (Planserv). Segundo o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed), o número de especialidades que aderem ao movimento é cada vez maior. O impasse nas negociações com o governo tem causado transtornos a muitos servidores e seus familiares.
Ainda de acordo com o Sindimed, os médicos estão sendo orientados a informar ao paciente que quando houver indicação cirúrgica, o procedimento não será realizado via Planserv.
A mobilização não denuncia apenas a defasagem das tabelas de honorários que, em muitos casos, segundo o Sindimed, chega a mais de 10 anos. Denuncia, também, que as tabelas do Planserv não incluem procedimentos mais avançados, além da demora do plano em autorizar procedimentos e exames.
A Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Bahia (Coopanest) divulgou, em nota, que desde o dia 7 de janeiro deste ano, salvo algumas exceções, os serviços médicos de anestesiologia prestados pelos cooperados estão sendo negociados e cobrados pelos médicos diretamente dos pacientes. A medida foi adotada depois de diversas tentativas de negociação de reajuste nos honorários, sem sucesso, e após o governo estadual desrespeitar o acordo firmado em conjunto com o Ministério Público estadual.
Elson Moura, professor da Uefs, denunciou que em uma clínica oftalmológica, na capital baiana, teve de pagar R$ 100 para dilatar a pupila porque o plano não autorizou o procedimento. “No consultório, também vi uma docente aposentada reclamando por não ter conseguido a autorização do plano para o atendimento dela”, disse.
Enquanto os servidores sofrem em busca de atendimento através do plano e são penalizados pela precarização do serviço, o governo Rui Costa ainda reduziu o repasse financeiro do Executivo ao plano de 4% para 2%. A vida financeira dos professores fica mais comprometida quando se considera que estes estão há quatro anos sem a reposição da inflação e, recentemente, perderam ainda mais o poder de compra por conta do aumento na alíquota de contribuição para a Previdência.
Nos dias 24 e 25 de abril, a professora Acácia Batista Dias e o professor João Diogenes Ferreira representaram a Adufs na reunião nacional do Grupo de Trabalho de Políticas de Classe para as ...
A Diretoria da Adufs retificou a pauta da Assembleia convocada para esta quarta-feira, 29 de abril, às 16h45, no Auditório da Pós-graduação em Ciências Contábeis, localizado atrás do ...
Ao longo de 2026, ano em que celebramos os 45 anos de fundação do ANDES-SN, preparamos uma série de reportagens que resgatam a trajetória do Sindicato, marcada pela resistência ininterrupta em ...
A tentativa de rotular a atuação da ADUFS como "anacrônica" ignora que o embate sobre as minutas de resolução no Consu e Consepe da UEFS está inserido no que pesquisadoras e pesquisadores ...