Roda de Conversa "Contra a Privatização da UEFS"
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Diversas categorias do funcionalismo público paralisam as atividades para marcar o Dia Nacional de Mobilização, definido pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (SPF) para esta quarta-feira (19). Em Brasília, um grande ato será realizado na Esplanada dos Ministérios para cobrar do governo federal resposta à pauta unificada dos SPF.
No início de fevereiro, durante manifestação em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog), dirigentes das entidades que compõem o Fórum dos SPF foram recebidos pelo chefe de gabinete da Secretaria-Executiva do Planejamento, André Bucar, além do secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, e sua equipe técnica. Na ocasião, Mendonça e Bucar se comprometeram em apresentar uma resposta oficial, até o início março, à pauta dos SPF, protocolada no dia 24 de janeiro. Os representantes do Planejamento também buscariam articular uma reunião entre as entidades nacionais dos servidores e a ministra Míriam Belchior.
O coordenador da CSP-Conlutas, Paulo Barela, ponderou que não está descartada a possibilidade de construção de uma grande greve do funcionalismo público. “Os servidores se preparam para um processo importante de luta. Temos a possibilidade concreta de um processo de construção de uma greve, que pode se unificar no decorrer do mês de abril”, avalia. O dirigente pondera ainda que tal reação de resistência se faz necessária diante do descaso dos governos com as reivindicações da classe trabalhadora.
Barela destaca que entre as bandeiras de luta do funcionalismo público federal estão a implementação de uma política salarial (que não foi implementada até hoje), com correção de perdas; defesa do serviço público e contra qualquer tipo de reforma que signifique retirada de direitos; mais verbas para a educação e a saúde; além da luta contra ações de governo que signifiquem privatização no setor púbico, como o Funpresp e a Ebserh.
50 ANOS DO GOLPE MILITAR
No dia 26 de março, às 9h, acontecerá um ato unitário, na Câmara Municipal de São José dos Campos, para marcar os 50 anos do Golpe Militar, convocado por todas as Centrais Sindicais. Após a abertura política, às 13h, começam os primeiros depoimentos públicos de trabalhadores, ativistas e militantes que atuaram na época e foram perseguidos pelos militares.O ato integra as iniciativas que estão sendo realizadas para resgatar a participação dos trabalhadores na luta contra a ditadura e o repúdio aos 50 anos do Golpe Militar. O objetivo da iniciativa é recuperar a verdade e memória da época, além de lutar por justiça e reparação aos que tiveram suas vidas marcadas pelo regime.
Fonte: CSP Conlutas, com edição.
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