14/05: Adufs celebrará 45 Anos com mesa comemorativa
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No
início de maio, o governo do Estado conseguiu a aprovação de mais um reajuste
na contribuição de servidoras e servidores públicos ao Sistema de Assistência à
Saúde dos Servidores Públicos Estaduais (Planserv). O novo valor da
contribuição é de até 8%. Para aquelas (es) com vencimentos de até R$ 10 mil,
85% das (os) beneficiárias (os), a contribuição passou a ser de 4%. A
justificativa utilizada pelo governo é a de readequação do custeio, necessidade
de garantir a sustentabilidade do plano a longo prazo, absorção do custo de
novas tecnologias demandadas pela saúde e aprimoramento das regras regulatórias
da assistência
Para
além das denúncias constantes acerca da piora na qualidade dos serviços
oferecidos pelo Planserv, o Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos
de Aposentadoria (GTSSA) chama atenção para outros aspectos importantes que devem ser
considerados em relação ao plano que compromete ainda mais o seu desempenho: o
processo de terceirização da sua gestão.
Para
o professor da UEFS e integrante do GTSSA, Adroaldo Oliveira, o governo do
Estado, mais uma vez, segue a lógica da terceirização como modelo para ampliar
o desmonte do Sistema Único de Saúde: “O governo do Estado usa o precedente da
terceirização na medida em que ele contrata uma empresa para o gerenciamento, nesse
sentido, encaminha para a mesma ação que ocorre com a previdência dos
servidores onde também existe a forma de privatização que é o modelo da
terceirização”, explica.
O
avanço do modelo de terceirização nos setores públicos, inclusive, é uma ação
que fere os princípios defendidos pelo Andes – Sindicato Nacional: “No que
tange ao Planserv, contraria aquilo que o sindicato nacional defende que é o
fortalecimento do SUS para que o conjunto da população, incluindo o servidor
público e setores da classe média, possam usar o sistema público de saúde. Isso
é um princípio fundamental do Andes ao qual o GTSSA incorpora essa defesa”.
O
professor Adroaldo lembra ainda que no último Seminário Nacional de Saúde do
Trabalhador e da Trabalhadora Docente realizado em São Paulo, a defesa do SUS
esteve no centro do debate refletindo exatamente sobre como a reivindicação
pelo fortalecimento do sistema esbarra nos processos de terceirização que vêm
sendo orquestrados a nível público nas esferas municipal, estadual e federal. E
quando se fala em precarização dos serviços públicos, os governos baianos
costumam se antecipar.
O
SOS Planserv, um coletivo de articulação de luta em defesa do SUS, composto por
entidades do funcionalismo público, é outro movimento destacado pelo docente
que tem reivindicado melhorias na qualidade dos serviços prestados pelo
Planserv: “Foi realizada Reunião com a promotora Rita Tourinho onde foi
entregue uma documentação reivindicando uma auditoria no Planserv e uma série
de outras solicitações pela melhoria na qualidade do atendimento”, explicou o
professor.
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