14/05: Adufs celebrará 45 Anos com mesa comemorativa
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O Departamento Intersindical de
Estatística dos Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou um estudo sobre o comportamento
salarial das servidoras e dos servidores públicos do estado da Bahia que toma
como marco o salário em 1º de janeiro de 2015. A conclusão é que “houve
corrosão do poder aquisitivo dos servidores públicos da Bahia, uma vez que os
reajustes não foram suficientes para repor toda a perda inflacionária”. Seria
necessário um reajuste de 53,33% em janeiro de 2023 para repor as perdas
inflacionárias entre 2015 e 2022.
A análise feita pelo Dieese
ressalta que, apesar de ter chegado ao cálculo de 53,33%, mesmo que houvesse
uma reposição inflacionária total, ainda assim o salário não estaria num
patamar adequado. Isso porque, para que haja elevação do poder de compra é
necessário que existam ganhos reais. Um fator que colabora negativamente para
este quadro foram os reajustes concedidos de forma parcelada que apenas faziam
a reposição da inflação. “É sempre desejável o reajuste pago em apenas uma
única parcela, especialmente, quando o mesmo não traz ganhos reais. Com a
ausência de reajustes nos anos de 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2021, a
situação torna-se ainda mais difícil para os servidores”, aponta o estudo.
O diretor da Adufs e professor da
Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Gean Santana, tem apresentado
com frequência cálculos e análises sobre as perdas salarias docentes que também
servem de base para a reivindicação do movimento docente.
A análise do professor é que, levando
em consideração o reajuste concedido em 2022, o estudo reforça que as
categorias não tiveram as perdas inflacionárias repostas do período
compreendido entre 2015 e 2021: de acordo com o IPCA, a inflação do período foi
de 59,5% para um reajuste linear de 4% acrescidas das parcelas fixas. A forma
como foi concedido em 2022, acabou criando outro problema: passou a existir
perdas salariais diferenciadas para a mesma categoria. Gean Santana já havia
denunciado como o reajuste parcelado em valores fixos desestrutura os diversos Planos de Cargos, Carreira e Vencimentos
(PCCV) e fere o Estatuto do Magistério. A desmobilização dos movimentos
coletivos de servidoras e servidores foi uma estratégia adotada pelos governos
petistas que, desde a gestão de Jacques Wagner, promovem ações para
desarticular as categorias.
A luta por um reajuste que
recomponha as perdas salariais históricas é o primeiro ponto da Pauta de Reivindicações 2023 que já foi protocolada pelo Fórum das ADs em
dezembro de 2022. É o ponto “Reposição Salarial: 1. Reposição completa das
perdas salariais acumuladas nos últimos 8 anos (2015-2022) por conta da não
reposição da inflação do período”. O ofício foi
entregue nas secretarias estaduais da Educação (SEC), Administração (Saeb),
Relações Institucionais (Serin) e na Governadoria. O Fórum das ADs já trabalha
na construção das lutas para 2023, a princípio, tentando o diálogo com o
governo do Estado.
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