Nota de Pesar - Sra. Djanir Lemos Bastos
Com grande pesar, a Adufs comunica o falecimento da senhora Djanir Lemos Bastos, mãe do professor Roberto Kenedy, do Departamento de Educação (DEDU/UEFS). O sepultamento foi realizado nesta ...
Às vésperas do recesso parlamentar de final de
ano, governadores, deputados e vereadores correm para aprovar polpudos aumentos
nos próprios salários. A movimentação ocorre em vários estados e municípios,
como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e
também em vários municípios. São generosos aumentos que ultrapassam a inflação
acumulada. Um dos primeiros a se beneficiar da medida será o novo governador de
São Paulo, o bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos), cujo vencimento
teve um aumento de 50%, em votação na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
Na Bahia, os deputados estaduais aprovaram
aumento de 49% para o próximo governador Jerônimo Rodrigues (PT). A medida
também vai aumentar os rendimentos do vice-governador eleito, Geraldo Júnior
(MDB), além de secretários estaduais. Em Santa Catarina, os deputados estaduais
articulam para aprovar um aumento de 125% do salário do senador bolsonarista
Jorginho Mello (PL), que foi eleito governador. No Congresso Nacional,
deputados e senadores também avaliam turbinar seus vencimentos e miram o teto
atual dos ministros do (STF) Supremo Tribunal Federal, que é de R$ 39,3 mil,
mas que também aguarda votação para aumentar para R$ 46,3 mil. Esse aumento
significaria um efeito cascata para todos os cargos públicos no país, já que
elevaria o teto salarial constitucional permitido em toda a administração
pública.
Os reajustes têm sido alvo de duras críticas.
Afinal, acontecem em sessões relâmpagos, com a aprovação dos próprios políticos
beneficiados, e de forma totalmente descolada da realidade da maioria dos
trabalhadores brasileiros e da situação social em estados e municípios. Um dos
temas em debate no país atualmente, inclusive, é se o Orçamento vai incorporar
ou não o pagamento permanente do Bolsa Família de R$ 600 para a população
carente, supostamente porque não haveria recursos para tal medida.
Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição.
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