Retire seu brinde dos 45 anos na sede da Adufs
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O relatório Violência Contra os Povos
Indígenas do Brasil – dados de 2021, publicação anual do Conselho
Indigenista Missionário (Cimi), traz um retrato devastador, fruto da política
anti-indígena adotada por Bolsonaro e por seu governo de ultradireita. Os dados demonstram o aumento das invasões de territórios
e da morte de indígenas. Em 2021, o Cimi registrou a ocorrência de 305 casos de
“invasões possessórias, exploração ilegal de recursos e danos ao patrimônio”,
que atingiram pelo menos 226 terras indígenas, em 22 estados do país. No ano
anterior, 263 casos de invasão haviam afetado 201 terras em 19 estados. Com
isso, a quantidade de casos no ano passado é quase três vezes maior do que a
registrada em 2018, quando foram contabilizados 109 casos do tipo.
O relatório registrou aumento em 15 das 19 categorias de violência sistematizadas pela publicação em relação ao ano anterior, e uma quantidade enorme de vidas indígenas interrompidas. Foram 355 casos entre as 19 categorias de violência, como morte, ameaças, estupros, lesões, racismo e tentativas de assassinato, o maior índice desde 2013. Foram registrados 176 assassinatos de indígenas – seis a menos do que em 2020, que registrou o maior número de homicídios desde que o Cimi passou a contabilizar este dado com base em fontes públicas, em 2014. O número de suicídios de indígenas em 2021, 148, foi o maior já registrado neste mesmo período. Entre os povos mais afetados estão os yanomamis (em Roraima e no Amazonas), os mundurukus (Pará), os pataxós (Bahia), muras, (Amazonas), uru-eu-wau-waus e karipunas (Rondônia), chiquitanos (Mato Grosso) e kadiwéus (Mato Grosso do Sul).
Antes mesmo de ser eleito, Bolsonaro defendeu
a paralisação completa de qualquer demarcação de territórios indígenas, ao
mesmo tempo em que usou um discurso que incentiva a ação ilegal de garimpeiros,
mineradoras, madeireiras, caçadores, pescadores, grileiros e do agronegócio
sobre territórios indígenas, pano de fundo das violências impostas aos
povos originários no Brasil. O relatório do Cimi aponta que além do aumento
quantitativo de casos e terras afetadas pela ação ilegal de garimpeiros, madeireiros,
caçadores, pescadores e grileiros, entre outros, os invasores intensificaram
sua presença e a truculência de suas ações nos territórios indígenas. O Cimi
ressalta ainda que os garimpos serviram como vetores de doenças como a Covid-19 e
a malária para os Yanomami.
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