14/05: Adufs celebrará 45 Anos com mesa comemorativa
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A maior chacina que aconteceu no Rio de Janeiro, a da favela do Jacarezinho, no dia 6 de maio, foi considerada um “trabalho de inteligência” pelo governador Cláudio Castro (PSC) e pela Polícia Civil, além de elogiada por Bolsonaro. Já os moradores que sofreram toda a situação violenta, clamaram: “Parem de nos matar”. Também pediram “Eu só quero é ser feliz. Andar tranquilamente na favela onde eu nasci”. Diversos protestos foram realizados no local pelos que vivenciaram o massacre e outros em solidariedade aos moradores. A CSP-Conlutas participou dos atos públicos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
A operação que alegou investigar 21 pessoas por suspeita de aliciamento de menores para o tráfico de drogas assassinou três deles – Richard, Romulo e Isaac, e prendeu mais três. No entanto, a ação criminosa no local levou à morte 28 pessoas. O Instituto Fogo Cruzado divulgou que ao todo 33 pessoas foram baleadas, contando com as duas que foram feridas por bala perdida dentro do metrô.
De acordo com o dirigente do Sepe/RJ, Gualberto Tinoco, da Secretaria Estadual RJ da CSP-Conlutas, a ação do “estado de direito” dos ricos transformou as vésperas do Dia das Mães em mais uma tragédia para milhares de famílias de negros pobres favelados. “São chacinas recorrentes, não importa a data, que comprovam que essas ações só servem para exterminar pobres; não há compromisso com a redução da violência, do tráfico de drogas ou de armas”, salienta.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, declarou haver indícios de atos que, em tese, poderiam configurar execução arbitrária e que os fatos “parecem graves”. Desde junho do ano passado, em decorrência da pandemia, o STF aprovou a suspensão de operações em favelas, denominada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635 (ADPF). As operações só poderiam ocorrer em “hipóteses absolutamente excepcionais” e com o aval do Ministério Público.
A ação violenta chamou atenção do mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma investigação independente ao Ministério Público sobre a operação. O porta-voz dos Direitos Humanos da organização, Rubert Colville, afirmou em entrevista coletiva em Genebra que existe um histórico de uso “desproporcional e desnecessário” da força pela polícia brasileira e chamou atenção para o fato de que os locais das mortes não foram preservados, dificultando os trabalhos de perícia. Em algumas imagens divulgadas pela imprensa, é possível ver policiais civis carregando corpos.
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