14/05: Adufs celebrará 45 Anos com mesa comemorativa
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Manifestantes de todo o Brasil estão nas ruas nesta quarta (30), em defesa dos serviços públicos. Os protestos são contra a Reforma Administrativa, proposta pelo governo Bolsonaro, que pretende enxugar as despesas do funcionalismo, diminuindo a participação do Estado. Sob a falácia de que a redução de investimentos em áreas como educação, saúde e moradia se dá em decorrência do peso do funcionalismo público nas despesas, o governo pretende minimizar ainda mais a participação do Estado por meio de uma Reforma que só prejudica os que já são desfavorecidos. Enquanto isso, as despesas do governo só aumentam.
Nos quatro primeiros meses deste ano, os gastos com o cartão corporativo do presidente somou um total de R$ 3,76 milhões, o que equivale ao dobro da média gasta nos últimos cinco anos. As despesas são tratadas com total sigilo pelo Palácio do Planalto que não divulga o detalhamento dos gastos.
Para completar, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, confirmou ainda um novo corte no orçamento da pasta de R$ 1,57 bilhão, valor este que será remanejado para emendas parlamentares. Este montante seria destinado para projetos na Educação Básica e Ensino Médio. Retirar da Educação para beneficiar as emendas parlamentares tem sido um prática recorrente do governo que no ano passado, sob a gestão de Weintraub, retirou quase R$ 1bi da pasta com o mesmo fim.
Além disso, mesmo diante da pandemia que comprometeu a renda da maioria da população brasileira e já provocou mais de 140 mil mortes notificadas desde março deste ano, o governo gastou apenas o equivalente a 45,2% do total destinado a pasta de Saúde, Justiça e Segurança Pública, Defesa e outras, de acordo com dados apresentados pelo Monitoramento dos Gastos da União com Combate à Covid-19. Para o Ministério da Saúde especificamente a verba destinada não chega a 10% do total.
Enquanto isso, o presidente mais uma vez envergonhou a nação com um discurso cínico à Organização das Nações Unidas (ONU), na última terça (22), carregado de mentiras como tolerância zero contra crimes ambientais, pagamento de $ 1 mil dólares de auxílio emergencial, milagre da hidroxocloroquina na cura do novo coronavírus e cristofobia. Em relação aos danos da pandemia, transferiu a total responsabilidade dos fatos a governadores e prefeitos, enquanto tentou vender um discurso de país referência no combate ao Covid pelos investimentos destinados.
Não nos enganemos! O discurso do presidente não se voltou à comunidade internacional, a quem nunca enganou. As falácias de Bolsonaro foram direcionadas ao país para alimentar ainda mais a sanha de seus eleitores ávidos por fake news e criar mais cortina de fumaça aos fatos que realmente importam. A Reforma Administrativa precisa ser barrada ou representará a destruição absoluta dos serviços públicos nacionais que já estão seriamente comprometidos.
Por isso que, em defesa de todos os trabalhadores e trabalhadoras, entidades de todo país estão mais uma vez em luta, dizendo NÃO à Reforma Administrativa e a este governo de mortes e mentiras.
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