Adufs participa de reunião do GTPCEGDS, em Brasília
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Nesta sexta-feira (2), memora-se o Dia Internacional em Memória do Holocausto Cigano. A data lembra os 1,5 milhão de mortos durante a Segunda Guerra Mundial, na Europa. O episódio ganhou o nome de “Porrajmos, que significa “assassinato em massa”, em Romani, idioma dos ciganos Rom e dos Sintos. O dia também marca o extermínio, em câmara de gás, no ano de 1944, de 2897 vidas no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, localizado no Sul da Polônia. Como os judeus e tantos outros, esses povos também foram assassinados, enviados para câmaras de gás ou usados para trabalhos forçados.
Segundo o professor de História Europeia Moderna da Universidade de Essex e programador da Semana Holocausto do Memorial da Universidade de Essex, Rainer Schulze, passados 75 anos da noite do dia 2 de agosto de 1944, a realidade nos dias atuais ainda é semelhante em diversos países do mundo.
“O fascismo continua abrindo caminho para a violência e o domínio de poucos sobre muitos. Já em 2019, essas lembranças podem parecer distantes, isoladas, esquecidas, mas não estão. Seja pelas novas formas de exclusão social, agressões e assassinatos, cometidos todos os dias, seja pelas reportagens que aparecem e ressurgem com força a condição mística e folclóricas, que distanciam as políticas públicas da realidade. Elas estão aí, com outra roupagem, ano após ano”.
Jucelho Dantas, cigano do clan Canon e professor da Uefs, também concorda com Schulze. O docente avalia que “o holocausto não acabou. Está em curso em toda a parte do mundo. Os ciganos são tratados como indigentes e escravos. Nas sociedades onde estão inseridos, são consideradas pessoas que devem ser expulsas ou eliminadas”.
Apesar do cenário de perseguição ao povo cigano, o professor da Uefs defende é necessário manter-se mobilizado, pois somente a resistência e a luta são capazes de minimizar esses desastrosos impactos.
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