Adufs participa de reunião do GTPCEGDS, em Brasília
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Indignados com a irregularidade e até suspensão no pagamento do salário de junho, os professores da Uefs aprovaram, em assembleia realizada no dia 4 de julho, mobilização permanente. O objetivo é pressionar o governo Rui Costa para que resolva o problema o quanto antes. Uma reunião entre o Fórum das ADs e gestores públicos está marcada para a próxima quarta-feira (10), às 14h, na Secretaria das Relações Institucionais (Serin).
A categoria também aprovou que a diretoria registre uma queixa sobre a inconsistência nos contracheques junto à Ouvidoria Geral do Estado. Além das ações políticas, os docentes impetrarão medidas jurídicas. Para tanto, é necessário que o professor entregue à secretaria da Adufs os contracheques que apresentam inconsistências e um relatório constando os problemas identificados em cada um desses documentos. O plantão do assessor jurídico será adiado para o dia 10 deste, às 14h, na sede da seção sindical.
Conforme encaminhamento dos presentes à assembleia, a diretoria deverá reivindicar, junto à Gerência de Recursos Humanos da Uefs, a manutenção do atendimento presencial a todos que tiveram inconsistências nos contracheques. O plantão do setor da universidade foi realizado nas duas últimas semanas.
Inconsistências no contracheque
Durante a assembleia, a diretoria informou que entre os maiores problemas existentes nos contracheques estão a duplicidade no desconto de 14% da contribuição previdenciária (Funprev ou Baprev), mais a permanência de itens como faltas por conta da greve ou ainda faltas do mês anterior, permanecendo, portanto, o desconto indevido. Conforme o termo de acordo, ficou acertado o pagamento integral dos salários, uma vez que foi garantida a reposição das aulas. O servidor encontra, ainda, dificuldade para acessar o Contracheque no Portal do Servidor. Também há casos de docentes que não tiveram valor algum inserido no documento.
Segundo a GRH da Uefs, até ontem foram atendidos 140 servidores, sendo que três deles apresentaram os contracheques zerados. Os dados diferem da relação informada pelo governo Rui Costa em reunião realizada com o Fórum das ADs, no dia 3 de julho do corrente ano. Segundo os representantes de Rui Costa, não havia casos de docentes com contracheques zerados na Universidade Estadual de Feira de Santana.
Na mesa de negociação permanente a ser realizada com o governo, na próxima quarta-feira (10), os gestores comprometeram-se em apresentar respostas às demandas dos docentes, além de garantir folha suplementar até o dia 12 deste mês para repor as referidas irregularidades.
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