Adufs participa de reunião do GTPCEGDS, em Brasília
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Nesta terça-feira (14), a Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Adufs) completa 38 anos em meio a mais uma greve em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade. Diante das expressivas vitórias do Movimento Docente (MD) ao longo das últimas quatro décadas, a necessidade de enfrentamento para barrar retrocessos é reforçada.
Comemorar mais um ano de constituição da Adufs é um ato político de resistência que resgata décadas de mobilizações, resistências e conquistas que precisam ser preservadas. Com as liberdades democráticas sob ameaça através do enfraquecimento das instituições públicas, não há outra alternativa ao MD que não perpasse por um enfretamento ainda mais radical da categoria. O aniversário da Adufs será mais um dia de luta!
A força do movimento sindical é sua base e a construção do movimento se dá a partir do planejamento, organização e mobilizações que demandam uma série de atividades feitas por muitos braços. Com quase 40 dias de greve, e sem sinalização de diálogo por parte do governo, é imprescindível ampliar a participação no sindicato, não apenas efetivando a filiação, mas também participando ativamente na construção da militância.
Política contra os trabalhadores
Alinhado com o Governo Bolsonaro, Rui Costa deixa evidente que a meta principal para a educação superior é a destruição das universidades estaduais e isso tem sido feito através de medidas perversas que comprometem as atividades para torná-las inviáveis, inclusive, utilizando-se de inverdades para deslegitimar o movimento sindical e sua legalidade.
Por meio das atividades cotidianas, desde a deflagração da greve, o movimento tem realizado grandes atos públicos junto ao Fórum das ADs, e de forma independente, em Feira de Santana, dialogando com a comunidade. Também organiza e constrói mobilizações em conjunto com outras categorias, somando na luta por diversas causas sociais que afetam a sobrevivência da classe trabalhadora.
A radicalização só está começando. Por isso, conclamamos a todos, professores, estudantes e demais categorias que acreditam na educação pública, gratuita e de qualidade, à luta em defesa das universidades estaduais, que são patrimônio do povo baiano.
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