Adufs participa de reunião do GTPCEGDS, em Brasília
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A ofensiva do governo de Bolsonaro contra a educação pública tem sido forte e os ataques vêm de todos os lados. Declarações defendendo o corte de investimentos para os cursos de Sociologia e Filosofia, a redução de investimentos em importantes universidades no país e a perseguição de professores em sala de aula, acusados de “doutrinadores” pelo presidente, permeiam essa avalanche de absurdos.
As disciplinas de Sociologia e Filosofia podem estar com os dias contados a depender do governo de Jair Bolsonaro. O presidente e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, defenderam, na última sexta-feira (26), a contenção de recursos para essas áreas do conhecimento.
Nas redes sociais, o presidente argumentou que o objetivo “é focar em áreas que gerem retorno imediato ao contribuinte, como veterinária, engenharia e medicina”. Para ele, é jogar dinheiro fora investir nessas disciplinas voltadas ao desenvolvimento humano e social.
As disciplinas de Sociologia e Filosofia citadas pelo presidente como supérfluas estão nas grades curriculares, com o objetivo de auxiliar os alunos a terem uma visão global e assim permitir o desenvolvimento da capacidade para reflexão e questionamento de tudo que diz respeito às relações sociais e humanas.
A postura do governo Bolsonaro revela que o presidente não quer estimular uma população com pensamento crítico, o que facilitaria para que ele continue implementando sua política de retirada de direitos.
Corte de verbas em três universidades
O Ministério da Educação (MEC) vai cortar recursos financeiros da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Federal da Bahia (Ufba) e da Universidade de Brasília (UNB). Essa redução pode ser ampliada para outras instituições de Ensino Superior.
Os motivos para que essas universidades tenham sido as primeiras na lista de corte não foram esclarecidos. No entanto, o próprio ministro da Educação disse em entrevista ao Jornal o Estado de S. Paulo que “Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia terão verbas reduzidas”, disse.
Essas instituições protagonizaram importantes lutas em defesa da Educação superior pública e de qualidade, o que para o ministro é considerado “balbúrdia”. A fala do ministro demonstra que se trata claramente de uma política de censura e perseguição contra todos que o governo considerar um opositor.
Fonte: CSP-Conlutas, com edição.
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