Roda de Conversa "Contra a Privatização da UEFS"
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Na manhã desta sexta-feira (20), estudantes, professores e técnico-administrativos de Psicologia da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) paralisaram as atividades em decorrência dos graves problemas estruturais e no quadro docente do curso. Com apitos, faixas e palavras de ordem denunciando o descaso do governo com a educação, os estudantes protestaram na entrada da instituição, reivindicando a prorrogação de contrato de professores substitutos, contratação de novos docentes e criação de laboratórios. A pauta exige condições mínimas para a formação adequada de profissionais na área.
A estudante do 2° semestre do curso de Psicologia, Emilly Barreto Estrela, era uma das manifestantes. “Estamos em greve, porque não temos professores, não temos laboratório de testes e nem laboratório de informática. A gente não pode estudar assim”, afirma.
Como condição para o retorno das atividades, professores, estudantes e funcionários, pedem a prorrogação imediata do contrato da professora Cíntia Martins, professora substituta do curso que recebeu a carta de demissão durante a tarde de quinta-feira (19), antes do vencimento do contrato. Além disso, a exigência é também de que haja um compromisso por escrito pela reitoria da Uefs em relação aos demais problemas enfrentados pelo curso.
Assembleia Geral delibera paralisação e define pauta de reivindicações
A mobilização foi um dos encaminhamentos da Assembleia Geral, realizada na tarde de quinta (19), com a presença de professores, funcionários e estudantes do curso. A pauta de reivindicação do curso inclui a renovação do contrato da professora Cíntia Martins; Garantia de permanência dos professores substitutos; Regulamentação do Serviço de Psicologia; Laboratório de informática; Laboratório de Avaliação Psicológica; Contratação de três psicólogos técnicos; Livros e testes psicológicos; e Espaço físico para o Diretório Acadêmico de Psicologia.
Elson Moura, coordenador geral da Associação de Docentes da Uefs (Adufs), esteve presente na Assembleia Geral de Psicologia, demonstrando apoio e solidariedade às reivindicações. O coordenador ressaltou que esta é uma luta não apenas do curso, mas de toda comunidade acadêmica que tem sofrido com o processo de sucateamento das universidades. “A luta pela ampliação de vagas é antiga e histórica. Foi, inclusive, uma das causas da greve de professores de 2011”, lembra Moura.
A crise orçamentária imposta pelo governo do Estado, segundo Elson Moura, é o principal agente causador dos principais problemas das Ueba. Por esse motivo, entre as reivindicações do Movimento Docente está o repasse de 7% da Receita Líquida de Impostos para as Ueba. Na pauta, protocolada em 9 de dezembro de 2014 na Assembleia Legislativa da Bahia, consta também a exigência pelo início imediato das negociações com o governo, que até o momento não convocou a categoria. Desse modo, a radicalização do movimento parece inevitável. “As Ueba vão caminhar para o estado de greve, através de assembleias. Na Uefs, a assembleia acontecerá na próxima terça (24)”, afirma Elson Moura.
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