20/05 (QUA): Adufs realizará mobilização sem paralisação
Por falta de quórum, a Adufs não conseguiu realizar assembleia para apreciar uma paralisação proposta pelo Fórum das ADs, ainda assim a Seção Sindical se somará as demais Associações ...
O Plano de Lutas do Setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), atualizado durante o 59º Conad, realizado entre 21 e 24 de agosto, prevê a intensificação, este mês, das atividades em defesa dos direitos na aposentadoria. Entre as atividades, está o ato que será realizado em Natal (RN) no dia 19. Já para a agenda de mobilização do mês de outubro, os debates e ações serão relacionados ao desenvolvimento na carreira docente. Para isso, o Andes-SN solicitou que as seções sindicais enviem até dia 19 de setembro informações em relação à discussão dos critérios internos das IFE sobre os processos de promoção e progressão, informando as ações que tem sido realizadas para a mobilização da categoria.
Docentes das universidades estaduais de Minas Gerais seguem em greve
Os docentes da Unimontes e do campus de Ibirité da Uemg, universidades estaduais mineiras, seguem em greve e intensificam a mobilização para abertura de negociações em relação à pauta de reivindicações. Os professores da Unimontes exigem a realização imediata do concurso público; a garantia dos direitos dos professores, respeitando a decisão do STF que está sendo descumprida pelo governo de Minas Gerais e pela Unimontes; medidas de reparação de danos materiais e morais aos professores atingidos pela LC 100; reestruturação da carreira docente; aumento do percentual de dedicação exclusiva; mais a incorporação da Gratificação de Desempenho da Carreira de Professor de Ensino Superior (GDPES) no salário base e pagamento do 14º salário atrasado.
Greve nas estaduais paulistas soma mais de 100 dias
O Fórum das Seis, entidade que inclui a Adusp, Adunicamp e Adunesp, terá reunião com a Conselho de Reitores (Cruesp) nesta terça (9), para discutir os seguintes pontos de pauta: mais recursos para as universidades; estruturação de comissões para tratar da isonomia entre as universidades estaduais e da assistência e permanência estudantil. No dia 2, a comunidade acadêmica da USP foi novamente às ruas para o ato público de lançamento da campanha “SOS USP em defesa da universidade pública”.Técnicos, docentes e estudantes protestaram contra as propostas de desvinculação dos hospitais universitários, demissões incentivadas, cobranças de mensalidades e outros ataques à educação pública e de qualidade. Na USP, a greve é feita pelos técnicos, professores e estudantes; a Unesp segue paralisada pela greve de docentes e técnico-administrativos em grande parte dos seus campi. Já na Unicamp, apenas os técnico-administrativos seguem em greve.
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