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PROTESTO

Manifestantes voltam às ruas para pedir “Fora, Bolsonaro”

22-02-2021 às 11h08

Ascom/Adufs
A diretoria da Adufs compôs o ato
A diretoria da Adufs compôs o ato

Em carreata, manifestantes ocuparam vias públicas de Feira de Santana, no domingo (21), contra o presidente Jair Bolsonaro. O protesto, que se sustenta na criminosa condução do governo no combate à Covid-19 no Brasil, responsável pela morte de mais de 246 mil pessoas, soma-se a outras pautas prioritárias também levadas às ruas, a exemplo da garantia da vacina gratuita para toda a população e a retomada do auxílio emergencial. Jucelho Dantas e Marilene Lopes estiveram presentes representando a diretoria da Adufs. Outros professores da Uefs também endossaram a mobilização.

O ato ainda contou com as presenças de membros de outras entidades, movimentos sociais e partidos políticos. A carreata concentrou-se em frente ao Terminal Central. Depois, seguiu pelos bairros Rua Nova, Jardim Cruzeiro e Sobradinho, Avenida Contorno, bairro Cidade Nova, Avenida Fraga Maia e bairro Mangabeira, onde houve as considerações finais por parte de alguns dos participantes que acompanharam a mobilização.

Durante as falas, os manifestantes criticaram a ausência de um plano de imunização contra a Covid-19, as falhas envolvendo a disponibilização de vacinas para a população e os milhões de desempregos gerados pela política do governo. Além disso, alertaram para o cenário de desfinanciamento e desmonte imposto por Bolsonaro ao Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por garantir a todo brasileiro acesso integral e gratuito a serviços de saúde. De um modo geral, em sua maioria, os moradores solidarizaram-se com o protesto a partir de suas residências ou estabelecimentos comerciais, quando o cortejo seguia seu percurso.

Jucelho Dantas, diretor da Adufs, foi enfático ao afirmar que o governo Bolsonaro “só revela incompetência, insensibilidade e até descaso pelas vidas perdidas com a Covid-19. A preocupação deste governo é privatizar o Brasil, destruir seus recursos naturais e retirar direitos dos trabalhadores. Desta forma, empurra o país para uma desastrosa crise sanitária, social e econômica. Não podemos ficar parados. A luta e o afastamento de Bolsonaro são a única perspectiva de melhora inicial para a caótica situação que enfrentamos”.

“O governo Bolsonaro nega a ciência e a vacina, minimiza a Covid-19 e massacra os trabalhadores. Precisamos transformar nossa insatisfação em força organizada e vir às ruas. Esse protesto representa a luta pela vida, principalmente para nós, mulheres, que somos as mais prejudicadas pela retirada dos direitos sociais”, afirmou Jussara Pinho, representante da União Brasileira de Mulheres em Feira de Santana.

Apesar de cada grupo presente ao protesto ter um posicionamento político diferente, diante da gravidade da conjuntura atual do país; prevaleceu o sentimento de unificação da luta contra o governo Bolsonaro. A mobilização realizada em Feira de Santana é uma continuidade às manifestações que ocorrem desde o início do ano de forma simultânea em todo o território nacional contra a política genocida do governo, que só agrava a pandemia no Brasil. As ações no país foram coordenadas pelas Frentes Brasil Popular (FBP) e Povo sem Medo. No município, o responsável pela organização da atividade foi o Coletivo de Entidades de Feira de Santana.  

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