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Governo Bolsonaro cogita reduzir FGTS de 8% para 6% para obter apoio de empresários à nova CPMF

10-08-2020 às 14h49

A mais nova proposta em estudo pela equipe econômica de Paulo Guedes é reduzir a contribuição que as empresas fazem para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Se depender do governo, o depósito, que é feito com base no salário do trabalhador, será reduzido de 8% para 6%, afetando brutalmente um dos principais direitos conquistado pelos trabalhadores e proteção fundamental nos momentos de desemprego.

Essa redução do FGTS seria usada por Paulo Guedes como uma espécie de “moeda de troca” junto ao empresariado para vencer as resistências contra a recriação da extinta CPMF. Ou seja, os trabalhadores serão penalizados duas vezes: perdendo o FGTS e voltando a ter o desconto da famigerada CPMF em todas as transações financeiras!

Outra moeda de troca com a qual Guedes pretende agradar o empresariado é a redução da contribuição das empresas para o INSS sobre a folha de pagamento de 20% para 15% para rendimentos acima do salário mínimo. Abaixo do mínimo, a desoneração seria total. Mais um golpe na Previdência Social e nas aposentadorias dos trabalhadores.

As medidas fazem parte da Reforma Tributária, cuja primeira parte já foi enviada ao Congresso. Uma reforma que vai implicar em aumento de impostos para os mais pobres e ainda mais privilégios aos mais ricos.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição. 


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