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Docentes da UEFS aderem ao indicativo de greve do funcionalismo baiano

15-07-2016

Em assembleia realizada na última terça-feira (12), convocada pela Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Adufs), a categoria aprovou a paralisação das atividades acadêmicas com ato público em Salvador, no dia 20 de julho, mais o indicativo da greve geral do funcionalismo público baiano.

Ambas as propostas também foram aprovadas nas assembleias da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Estadual do Sul da Bahia (UESB) e Universidade Estadual de Santana Cruz (UESC). A pauta que unifica as diversas categorias de servidores rumo ao movimento grevista é a luta pelo pagamento integral do reajuste linear e contra o projeto de Lei nº 257, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 241 e a reforma da Previdência Social.

Como parte das atividades de mobilização da categoria, a diretoria da Associação dos Docentes da Uefs (Adufs) convoca os demais membros da comunidade acadêmica para irem às ruas da capital baiana, no dia 20 deste mês, em um grande ato em defesa das quatro universidades.

O Fórum das Associações de Docentes (AD) - entidade que reúne as diretorias das quatro associações docentes das universidades estaduais da Bahia - marcará presença na plenária da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), a ser realizada no dia 21 deste mês. Nela, será avaliado o resultado das assembleias dos sindicatos. A greve geral do funcionalismo público e o ato em Salvador foram propostos pelo Fórum na última plenária da Fetrab, ocorrida em 30 de junho.

Reunião com o secretário

Após as constantes cobranças ao governo por respostas à pauta de reivindicação protocolada em dezembro de 2015, o novo secretário da Educação, Walter Pinheiro, receberá o Fórum das ADs. A expectativa da categoria para a reunião, que ocorrerá nesta quarta (13), às 17h, na Secretaria da Educação (SEC), é que seja convocada a mesa de negociação para discussão do documento.

Os docentes reivindicam a destinação de, no mínimo, 7% da receita Líquida de Impostos (RLI) para as quatro universidades, respeito aos direitos trabalhistas, desvinculação das vagas por classe e aumento de 15,5% no salário.

PEC 241 E PL 257

Tramitam na Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016 e o Projeto de Lei 257/2016. Segundo a Adufs, a primeira congela os gastos públicos por 20 anos e altera os critérios para cálculo das despesas mínimas na educação e saúde, que serão corrigidos pela variação da inflação do ano anterior, sem aumento real.

Já o PL 257/2016 busca manter o pagamento de juros e amortizações da dívida pública e aumentar a arrecadação da União. Para a categoria, a PEC se aprovada, trará prejuízos como a suspensão dos concursos no serviço público, o congelamento de salários, o não pagamento de progressões e outras vantagens trabalhistas, a destruição da previdência social e a revisão dos Regimes Jurídicos dos Servidores.
 

Fonte: Portal Valter Vieira

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