Ano X - Edição 482 - 15/10/2018
- Foto: Adufs

Diretoria realiza assembleia nesta segunda-feira (15)

A conjuntura eleitoral do Brasil após o primeiro turno é de recrudescimento do conservadorismo e de profunda submersão em uma grave crise política, social, cultural e econômica. O atual contexto será pauta da assembleia a ser realizada nesta segunda-feira (15), às 16h30, no Auditório 3, Módulo IV.

A categoria irá discutir a conjuntura brasileira, na perspectiva de combate ao fascismo que vem sendo estimulado pelo discurso do ódio, à apologia à violência, ao aprofundamento do machismo, racismo, lbgtfobia e à perseguição aos que lutam.

A expectativa da diretoria da Adufs é encaminhar, em conjunto com a categoria, uma posição e ações contra as práticas fascistas e agressivas que estão ganhando força no Brasil. A posição da assembleia será remetida para a reunião unificada dos Setores das Instituições Federais (Ifes), Estaduais e Municipais de Ensino Superior (Iees/Imes), conforme aprovado em reunião do Setor, ocorrida no dia 9 deste mês, em Brasília. Um novo encontro do Setor das Iees/Imes e Ifes será realizado na próxima quinta-feira (18), em Brasília.

O avanço do conservadorismo representa um ataque brutal ao setor público, aos trabalhadores e aos direitos historicamente conquistados pelas diversas categorias. Por isso, é importante que todos compareçam à assembleia para discutir a construção da unidade em defesa da democracia.

Protesto
No dia 29 de setembro, milhares de pessoas foram às ruas de todo o Brasil protestar contra a defesa explícita do machismo, fascismo, autoritarismo, racismo, lgbtfobia e misoginia. Em Feira de Santana, os manifestantes concentraram-se em frente à Prefeitura Municipal e caminharam por diversas vias da cidade. Os docentes da Uefs somaram-se à mobilização.

Inicialmente, o ato público nacional do dia 29 de setembro foi organizado por mulheres, mas contou com o apoio de pessoas de diversos segmentos, inclusive com mobilizações internacionais.  

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PREPARAÇÃO PARA O III ENE

Comitê em defesa da educação pública propõe a realização de plenárias locais

Foto: Blog do ENE
III ENE será em abril de 2019

Em reunião, o Comitê Estadual em Defesa da Educação Púbica encaminhou a realização de plenárias, no âmbito dos comitês locais, com o objetivo de discutir os eixos do III Encontro Nacional da Educação (ENE). O encontro ocorreu no dia 11 deste, na Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Faced/Ufba), em Salvador.

Os presentes à reunião ainda decidiram remeter aos participantes da etapa preparatória ao III ENE, na Bahia, a discussão sobre a mudança no tema do Encontro Nacional. A proposta é debater a luta das diversas categorias contra os retrocessos e o conservadorismo que permeiam a atual conjuntura brasileira.

Também foi discutida a organização da fase preparatória, que será realizada de 30 de novembro a 2 de dezembro deste ano, na Uefs. A próxima reunião do Comitê Estadual em Defesa da Educação Pública será no dia 3 de novembro, na Faced, em Salvador.

Eixos do III ENE
O III ENE será realizado de 12 a 14 de abril de 2019, em Brasília, com o tema “Por um projeto classista e democrático de educação”.

Fazem parte do encontro os seguintes eixos: Conhecimento, Currículo e Avaliação; Formação de Trabalhadores da Educação; Trabalho na Educação e Condições de Estudo; Universalização da Educação, Acesso e Permanência; Gestão/Organização do Trabalho Escolar; Gênero, Sexualidade, Orientação Sexual e Questões Étnico-Raciais; Financiamento da Educação; além de Organização da Classe Trabalhadora. 

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CONTATO COM OS DOCENTES

Diretoria da Adufs convida novos professores à luta

Foto: Ascom/Adufs
Diretoria esclareceu dúvidas

O desejo de boas-vindas aos novos docentes da Uefs veio acompanhado do alerta sobre as dificuldades enfrentadas pela universidade por conta da política do governo Rui Costa. A mensagem foi da diretora da Adufs, Marilene Rocha, presente à cerimônia de acolhimento aos recém-concursados. O encontro aconteceu na última terça-feira (9).

Durante a cerimônia, Marilene Lopes ainda distribuiu os materiais da campanha de sindicalização e condenou a presença de representantes da Fundação de Previdência Complementar (Prevbahia) na cerimônia de acolhimento ocorrida no dia 17 de setembro. 

Leia mais. 

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ANDES-SN

Crescem os ataques de ódio no Brasil

Foto: DCE UFPR
Agressões vêm se tornando comuns

Um estudante da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que vestia um boné do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foi brutalmente agredido em frente à instituição, em Curitiba. Os agressores gritavam o nome do candidato de extrema direita e atacaram o estudante com garrafadas de vidro na cabeça. Ataques de ódio movidos por posições políticas conservadoras têm se tornado regra nas universidades e nas ruas brasileiras. A agressão ocorreu no dia 9 deste mês.

Na Universidade Federal de Pelotas (Ufpel), por exemplo, a Associação de Docentes da instituição (Adufpel) denunciou a ameaça sofrida pelo docente Luciano Agostini, que recebeu um e-mail "anônimo", com ameaças de uma pessoa que afirma estar envolvida “diretamente na campanha” do mesmo candidato.

Já na Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat), a Associação Docente (Adunemat) divulgou nota de repúdio aos sucessivos ataques que docentes, servidores e estudantes apoiadores da democracia têm sofrido nas dependências da instituição. Também no Mato Grosso, o muro do Instituto de Linguagens da Universidade Federal (UFMT) foi pichado com uma suástica e uma referência ao candidato de extrema direita. Na Universidade Estadual do Maranhão (Uema), apoiadores de extrema direita entraram na universidade na última terça-feira (9) gritando o nome do candidato, arrancando cartazes das paredes e cometendo violências simbólicas e efetivas.

Em nota divulgada na última quinta-feira (11), o ANDES-SN resgata outros casos de agressões iniciados logo após o término do primeiro turno das eleições. Para o ANDES-SN, o discurso de ódio e as práticas fascistas tentam intimidar o movimento estudantil, movimento sindical e o direito da comunidade acadêmica se posicionar politicamente.

Fonte: ANDES-SN, com edição. 

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CSP-Conlutas

Fake news confunde a população

Considerando a polarização política que marca as eleições deste ano no Brasil, estudiosos tem apontado que o uso das redes sociais e sua influência no processo eleitoral também é destaque. O que chama a atenção é a disseminação indiscriminada de notícias falsas, as chamadas “fake news”.

A rede Whastapp deu início esse ano a uma campanha para combater as fake news. A empresa implementou mudanças no aplicativo para controlar a distribuição de mensagens e vem publicando peças publicitárias em veículos de comunicação para alertar contra informações falsas.

Mas, há outro lado das fake news que especialistas também alertam: não se trata apenas de desinformação, como se fosse algo sem motivação, feito apenas por “desavisados”. Hoje há indústrias de fake news. Literalmente, sites e empresas que produzem conteúdo falso a serviço de interesses privados, sejam políticos ou mesmos econômicos.

Alguns cuidados
Antes de compartilhar um texto, é importante lê-lo com calma. Observe se ele possui palavras em letras maiúsculas, exclamações, abreviações, erros de ortografia e excesso de adjetivos. Desconfie se houver muitas opiniões, títulos sensacionalistas e dados sem indicar a fonte.

As pistas para descobrir fake news vão além do texto. Sites com nomes parecidos com o de veículos conhecidos, que não identificam seus autores e não possuem informações de contato são suspeitos. Às vezes, os especialistas consultados nem existem.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição. 

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Junte-se e lute!

FILIE-SE À ADUFS

“A Adufs não é apenas um sindicato. É também uma entidade onde, no debate franco, democrático e aberto, discutimos sobre nossa profissão, nossa condição de trabalhadores e sobre nosso desejo de construirmos um país mais justo e menos desigual. Logo, ser filiado é ser parte de um coletivo fundamental para a defesa dos nossos direitos”..


Onildo Araujo da Silva - Professor do Departamento de Ciências Humanas e Filosofia (DCHF)

A força do sindicato está em seus/suas filiados (as) e na capacidade de defender os interesses da categoria. Desde a sua criação, em 1981, a Adufs tem pautado a luta em uma prática democrática, coerente e firme na defesa de um projeto de universidade pública.

Participar do sindicato é exercer cidadania, é ser sujeito da sua história. Para filiar-se é preciso preencher um formulário (aqui), autorizar o desconto mensal de 1% sobre os vencimentos, assinar e entregar na Sala da Associação, que fica no Módulo IV (MT 45) da Uefs.

Avenida Transnordestina, MT 45, Novo Horizonte
Campus Universitário - UEFS - CEP 44036-900 - Feira de Santana - BA
Tel: (75) 3161 - 8072 | (75) 3224 - 3368
Email: ascomadufsba@gmail.com
www.adufsba.org.br

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