Ano X - Edição 469 - 16/07/2018
- Foto: Adufs

Comunidade acadêmica da Uefs protesta para forçar o governo a nomear aprovados em concursos

Mobilização com panfletagem no pórtico da Uefs, a partir das 7h desta terça-feira (17), e paralisação das atividades acadêmicas com ato público em frente à Prefeitura Municipal, às 8h30 da próxima quarta (18), serão algumas das atividades realizadas nesta semana por professores, estudantes e técnico-administrativos da universidade. Os protestos, já aprovados em assembleia da categoria, foram discutidos e endossados em reunião convocada pelo Comando de Mobilização do Movimento Docente (MD) com as entidades representativas dos discentes e técnicos.

Ainda nesta terça (17) será realizada panfletagem na entrada lateral da universidade. Mais tarde, às 16h, na praça do Borogodó (Módulo VII), está programada uma oficina de cartazes com a apresentação de algumas reivindicações.

De forma unificada, as três categorias intensificarão a luta contra o Parecer nº 034/2018 da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para garantir que sejam nomeados os aprovados nos concursos públicos realizados neste ano. A sanção das determinações previstas no documento poderá, definitivamente, inviabilizar as atividades acadêmicas já no semestre 2018.2. Além disso, servidores e discentes pretendem envolver a comunidade externa no processo de construção da luta em defesa das universidades estaduais e conscientizá-la sobre como pode ser prejudicada pelos problemas vividos na universidade.

Durante os protestos, as categorias ainda denunciarão os demais ataques do governo Rui Costa às instituições e a minuta de resolução do professor colaborador, que institui o Programa de Participação dos Professores Colaboradores (PIPPC) nas Atividades de Graduação da Uefs. A diretoria da Adufs entende que em uma conjuntura de ataques à educação pública, a regulamentação da docência voluntária legitima a precarização das condições de trabalho e pode abrir precedentes que ameaçam a abertura de novas vagas por meio da realização de concursos públicos.

Reunião entre entidades
A reunião entre o Comando de Mobilização e as entidades representativas dos discentes e técnicos da Uefs ocorreu na última quinta-feira (12), na sede da Adufs. Os presentes relataram os graves problemas vividos pelas categorias e destacaram as pautas de reivindicações.

O corte na verba de custeio e investimento das universidades; a falta de professores no quadro efetivo; e o não pagamento do reajuste linear, referente aos anos de 2015, 2016 e 2017, foram alguns dos problemas relatados. Nas falas dos representanets das categorias, a necessidade de construção do restaurante para os trabalhadores da instituição; da ampliação do Restaurante Universitário e da construção de um prédio para funcionamento do Centro de Educação Básica (CEB).

Uma nova agenda de atividades será discutida no dia 19, às 14h, na sede da Adufs.

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LUTA POR MELHORIAS

Comando de Mobilização reúne-se com os diretores dos departamentos

Foto: Ascom/Adufs
O assunto da reunião foi pauta interna

O Comando de Mobilização do Movimento Docente (MD) da Uefs convocou os diretores dos departamentos para discutir a pauta interna da universidade. Foi acordado que até o final do mês, os diretores enviarão à Adufs um documento relacionando as dificuldades existentes em cada setor e nos cursos vinculados a estes.

As informações prestadas farão parte de um documento a ser utilizado pela categoria para cobrar respostas ao governo Rui Costa e à Administração Central da Uefs. Entre os problemas registrados pelos presentes durante o encontro estão a precariedade na estrutura física das salas e dos laboratórios, falta de professores, ausência de alguns equipamentos para as aulas práticas, comprometimento dos serviços prestados à comunidade externa, além da limitação de alguns órgãos internos da Administração da universidade em viabilizar as solicitações.

“São problemas existentes em diversos cursos. Em Odontologia, por exemplo, as três clínicas estão com grande dificuldade para conseguir o alvará de funcionamento junto à Vigilância Sanitária. Isso por conta da ausência de condições e equipamentos necessários ao funcionamento, como a inexistência de lixeiras no padrão exigido e uso de cadeiras odontológicas quebradas”, relatou a vice-diretora do Departamento de Saúde, Ana Áurea Rodrigues.

O encontro aconteceu no dia 11 deste, na sede da Adufs. 

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37 ANOS DE LUTAS E CONQUISTAS

Docentes prestigiam confraternização da Adufs

Foto: Ascom/Adufs
Participaram antigos e novos docentes

Professores e professoras reuniram-se na festa em homenagem aos 37 anos da Adufs em um agradável momento para bate-papo e descontração. O encontro aconteceu no Sítio Campestre, no último sábado (14).

“Antes de entrar na Uefs, tive conhecimento de que grandes e importantes conquistas para os docentes foram resultado da luta da Adufs. É importante ter uma entidade que lhe defenda e represente. No primeiro ano em que comecei a fazer parte do corpo docente da universidade, procurei a Adufs para me sindicalizar”, disse Kismney Emiliano de Almeida, lotado no Departamento de Ciências Exatas (Dexa).

O coral da Uefs abriu as apresentações musicais. Em seguida, subiu ao palco as bandas feirenses Estéreo Polifonia que, como em outras apresentações, encantou a todos com canções da Música Popular Brasileira (MPB), além de Os Malvadinhos do Forró, que encerrou o festejo ao som de músicas juninas. Um delicioso buffet foi servido aos docentes.

Enquanto os pais aproveitavam o encontro, as crianças distraíram-se no parque infantil do local. No intuito de oferecer aos pequenos mais espaço para as brincadeiras, a diretoria da Adufs disponibilizou, no espaço, dois brinquedos.

Durante a festa, a diretora Marilene Lopes agradeceu a participação dos professores. Também ressaltou a necessidade de os docentes ocuparem os espaços de discussão e decisão da categoria, para manter o sindicato ainda mais ativo, forte e combatente.

Como lembrança, a diretoria da Adufs distribuiu aos presentes uma caneca térmica.  

Veja as fotos da confraternização no Facebook da Adufs.

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AMBULATÓRIO DE SAÚDE

Estudantes reivindicam melhores condições de estudo

Foto: Ascom/Adufs
Alunos entregaram carta à comunidade

Através da interrupção periódica do acesso de veículos ao pórtico e da distribuição de uma nota à comunidade acadêmica, estudantes do curso de Medicina protestaram contra a precarização do curso na Uefs. Utilizando palavras de ordem, centralizaram a pauta na estruturação do Ambulatório de Saúde. A diretoria da Adufs esteve presente à manifestação e apoiou a categoria. A manifestação ocorreu na última sexta-feira (13).

O Ambulatório fica no Centro Social Urbano (CSU), bairro Cidade Nova. No entanto, não é utilizado pelos estudantes e nem atende à comunidade externa porque funciona em um espaço improvisado, sem equipamentos e funcionários.

Segundo Alana Mercês de Almeida, membro do Diretório Acadêmico de Medicina, o Ambulatório serviria para aulas práticas das turmas matriculadas do 1º ao 6º ano, quando ocorre o internato. Além disso, a unidade também atenderia estudantes de outros cursos.

“Além de essencial para as aulas práticas, o Ambulatório de Saúde poderia oferecer aos moradores consultas com especialidades médicas e alguns exames”, informou. A aluna observa que as aulas ocorrem após muito empenho da turma e do professor em unidades básicas de saúde, pronto-atendimentos, no Hospital Estadual da Criança (HEC) ou no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).

A mobilização, organizada pelos estudantes do curso de Medicina, também reuniu discentes de Psicologia e Farmácia.

Subfinanciamento da educação pública
O sucateamento das universidades é resultado das sucessivas políticas do governo de subfinanciamento da educação pública superior baiana. Há alguns anos, o governo não repassa às universidades estaduais o valor do orçamento aprovado na Lei Orçamentária Anual (LOA). Em julho, por exemplo, o governo Rui Costa destinou à Uefs R$ 510 mil a menos do que fora liberado em junho para a rubrica de custeio e investimento.

Este ano, a redução no repasse desta rubrica vem ocorrendo desde janeiro, conforme denunciado pela diretoria da Adufs. Em função disso, o governo confiscou, somente da Uefs, em um semestre, R$ 12.378.000,00. 

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DECISÃO DA CATEGORIA

Assembleia aprova intensificação da luta

Foto: Ascom/Adufs
Ações começam com protesto na Uefs

Os docentes da Uefs reuniram-se em assembleia no dia 11 deste. Diante do recrudescimento das investidas de Rui Costa e sua equipe, os presentes endossaram as falas que indicaram a intensificação da luta, além do envolvimento da sociedade civil no processo de construção das futuras mobilizações.

Entre as propostas aprovadas estão a veiculação de spots em rádios de Feira de Santana e a produção de faixas, ambas divulgando as dificuldades enfrentadas pela comunidade acadêmica da Uefs; mais a ação nos bairros da cidade com a distribuição de panfletos e informativos à comunidade.

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NOVO ATAQUE DO GOVERNO

Cerca de 180 turmas da Uefs devem ficar sem professores no próximo semestre

Foto: Ascom/Adufs
Diretoria foi informada em reunião

Por conta do Parecer nº 034/2018 da Procuradoria Geral do Estado (PGE), uma média de 180 turmas de estudantes da Uefs devem ficar sem docentes no semestre 2018.2. A determinação do governo Rui Costa pode impedir, inclusive, a formatura de alguns estudantes.

“A diretoria da Adufs repudia mais essa imposição do governo Rui Costa, que usa uma nova ferramenta para engessar o funcionamento das universidades estaduais baianas. Já estamos enfrentando uma situação insustentável, com turmas sem professores, servidores prejudicados por sobrecarga de trabalho, falta de estrutura mínima para desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, estudantes sem condições de permanência no campus, entre outros graves problemas”, alertou a diretora Marilene Rocha.

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BAHIA

Fórum das ADs discute ações de radicalização

Foto: Ascom Fórum das ADs
Diretores reuniram-se na Aduneb

No dia 3 de julho deste, o Fórum das ADs reuniu-se na Aduneb para discutir os próximos passos da luta. Os professores refletiram sobre a avaliação das categorias nas últimas rodadas de assembleias e apontaram para a necessidade de novas ações de radicalização. Foi proposto que as diretorias das associações docentes discutam, durante os recessos acadêmicos, o indicativo de greve, novas rodadas de assembleias e um calendário de mobilização unificado para a volta às aulas.

As representações docentes avaliaram também a participação no Cortejo Dois de Julho e novas inserções da campanha de mídia durante o mês de julho. A próxima reunião do Fórum ocorrerá em Ilhéus, na Adusc, no dia 3 de agosto. Ainda está na agenda a reunião do Comitê Estadual em Defesa da Educação Pública, no dia 4 de agosto, também em Ilhéus.

“Esta é a primeira vez, desde 1990, que amargamos mais de três anos de congelamento salarial. A disposição das diretorias é de seguir pautando essa situação até que o governador dialogue com o movimento docente e apresente uma alternativa”, afirmou Sérgio Barroso, coordenador do Fórum das ADs.

Calculadora de perdas
Para que os professores visualizem melhor o arrocho salarial, o Fórum das ADs disponibilizou uma calculadora de perdas que permite que os docentes descubram o quanto perdeu do seu salário com o arrocho salarial.

Acesse a calculadora clicando aqui.

Há mais de 260 dias, o Fórum das ADs protocolou a pauta de reivindicações 2018. Além da questão salarial, o contexto atual é também de redução da verba de custeio e investimento das universidades estaduais e de cerceamento aos direitos. Mesmo com o empenho das representações docentes e várias ações de luta, o governo e seus representantes não flexibilizam as suas posições. Já são seis meses sem nenhuma reunião agendada. Como resposta ao descaso, atualmente os professores da Uneb, Uefs, Uesb e Uesc estão com indicativo de greve aprovado.

Fonte: Ascom Fórum das ADs  

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ANDES-SN

Governo Temer é derrotado na aprovação da LDO 2019

O governo federal sofreu uma derrota, na última quarta (11), no Congresso Nacional, com a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019. Durante a votação, os parlamentares rejeitaram dois dispositivos que atacavam frontalmente os servidores federais e os serviços públicos oferecidos à população.

Um dos pontos do relatório, o artigo 92 A, foi derrubado pelo Plenário. O texto proibia o reajuste salarial aos servidores federais, a criação de cargos e alteração de estrutura de carreiras federais, ainda que com efeitos financeiros posteriores a 2019.

A pressão exercida pelas entidades sindicais representativas dos servidores públicos federais surtiu efeito. A maior parte dos partidos, inclusive da base governista, mudou sua orientação ao longo da votação, passando a apoiar a derrubada do dispositivo, que foi excluído da LDO por 209 votos a 45, com três obstruções. O Plenário também retirou do texto o artigo 15, inciso 3, que previa a redução de pelo menos 5%, em relação à programação de 2018, nas despesas de custeio administrativo.

O Fonasefe, no qual o ANDES –SN também se organiza, e o Fonacate fizeram uma carta assinada por todas as entidades que compõem esses Fóruns. O documento foi levado para o Congresso Nacional pedindo a rejeição dos artigos 15, inciso 3º, 17, inciso XVII e do artigo 92 A.

Fonte: ANDES-SN, com edição.  

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Sindicatos, estudantes e parlamentares barram tramitação de PL Escola Sem Partido

Foto: ANDES-SN
Para o ANDES, PL é inconstitucional

ANDES-SN, Fasubra, Sinasefe e outras entidades sindicais representantes de profissionais da educação, do movimento estudantil e parlamentares conseguiram barrar o avanço do projeto “Escola Sem Partido”. O PL 7180-2014 estava pautado na Comissão Especial para o tema, na última quarta (11). Tramitando em caráter conclusivo, o PL seria enviado diretamente ao Senado, caso aprovado.

Antes do início dos trabalhos, dirigentes sindicais e parlamentares - contrários à aprovação do PL - analisaram que barrar a tramitação do PL na Comissão seria a melhor tática. Isso porque os defensores da “Escola Sem Partido” contam com ampla maioria na comissão.

Durante a sessão, o ANDES-SN distribuiu uma carta aberta em defesa da educação democrática, pontuando que os projetos ligados ao Escola Sem Partido “negam o direito dos alunos e alunas do Brasil a uma educação democrática, comprometida com uma sociedade justa e igualitária”.

A carta destaca que o projeto de lei é inconstitucional, impondo censura a toda comunidade educacional, em especial aos professores.

Fonte: ANDES-SN, com edição.  

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CSP-Conlutas

Mulheres convocam atos pela legalização do aborto no Brasil

As mulheres voltarão às ruas do Brasil, no dia 19 de julho, para reivindicar a legalização do aborto no país. Essa será a segunda onda de manifestações no país após as recentes vitórias contra o aborto clandestino na Argentina e na Irlanda.

Os atos servirão como preparação para as mobilizações de 3 de agosto, em Brasília (DF), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) seguirá a discussão da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, que busca descriminalizar o aborto no Brasil até a 12ª semana de gestação.

O STF convocou duas audiências públicas sobre a ADPF. No dia 3 de agosto, serão ouvidos estudiosos e entidades favoráveis à descriminalização do aborto. No dia 6, falarão os favoráveis à manutenção do aborto clandestino.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição.

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Agosto terá Dia Nacional de Lutas em defesa do emprego, da aposentadoria e contra a Reforma Trabalhista

Reunidas na sede do Dieese, em São Paulo, na última quarta-feira (11), centrais sindicais brasileiras discutiram a preparação do Dia Nacional de Lutas, a ser realizado em 10 de agosto. A defesa do emprego, da aposentadoria e contra a Reforma Trabalhista foram definidos como os eixos deste dia unificado de mobilização.

A CSP-Conlutas esteve representada na reunião, que também contou com representantes da CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Nova Central e Intersindical, além de sindicatos de várias categorias. Os dirigentes ressaltaram a importância da realização de um dia nacional de lutas, priorizando paralisações e mobilizações nos locais de trabalho, além de atos e manifestações, para discutir com os trabalhadores a necessidade da resistência e luta contra os ataques dos governos e patrões.

Foi unânime nas falas dos presentes a necessidade de dar um basta ao crescente desemprego no país, à entrega do patrimônio público e aos ataques aos direitos. O integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, falou em nome da Central e saudou a importância da unidade em torno das pautas que têm afetado diretamente os trabalhadores. Barela reafirmou ainda que a CSP-Conlutas levantará, no dia 10 de agosto, outras bandeiras como a defesa da redução do preço dos combustíveis e do gás de cozinha, a luta contra as privatizações, contra a venda da Embraer à Boeing e em defesa da unificação e o fortalecimento das campanhas salariais.


Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição.  

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Junte-se e lute!

FILIE-SE À ADUFS

"O sindicato é nossa identidade coletiva. Ajuda-nos nas lutas sociais e de direitos, no fortalecimento da universidade pública e na qualificação dos espaços democráticos da sociedade. Vejo a sindicalização como um processo/lugar de acolhimento profissional, fortalecimento das lutas sociais e aprendizados políticos. O sindicato é um importante instrumento de consolidação da democracia. Por conta de tudo isto, sou da Adufs!"..


Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante - lotada no Departamento de Educação da Uefs (Dedu)

A força do sindicato está em seus/suas filiados (as) e na capacidade de defender os interesses da categoria. Desde a sua criação, em 1981, a Adufs tem pautado a luta em uma prática democrática, coerente e firme na defesa de um projeto de universidade pública.

Participar do sindicato é exercer cidadania, é ser sujeito da sua história. Para filiar-se é preciso preencher um formulário (aqui), autorizar o desconto mensal de 1% sobre os vencimentos, assinar e entregar na Sala da Associação, que fica no Módulo IV (MT 45) da Uefs.

Avenida Transnordestina, MT 45, Novo Horizonte
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