Ano X - Edição 466 - 26/06/2018
- Foto: Rafael Balbueno

Governo contingencia quase R$ 10,7 milhões da Uefs

O orçamento destinado às Universidades Estaduais da Bahia (Ueba), motivo de diversas solicitações do Movimento Docente (MD) de reunião com o governo Rui Costa, foi tratado em encontro do Fórum de Reitores. Diante da grave crise financeira das instituições, a discussão da pauta, enfim, voltou a ser cobrada pelos gestores ao governo do Estado. Somente a Uefs deixou de receber, neste semestre, quase R$ 10,7 milhões.

A realidade financeira das Ueba é completamente diferente da propaganda feita pelo governo Rui Costa. Além de aprovar, na Lei Orçamentária Anual (LOA), para 2018, um recurso aquém do necessário para atendimento das demandas de ensino, pesquisa e extensão das universidades, o governo continua limitando a verba de custeio e investimento dessas instituições. Por mês, o contingenciamento, em cada instituição, varia entre 30% e 40%.

Segundo o presidente do Fórum de Reitores e reitor da Uefs, Evandro do Nascimento, foi encaminhado um documento ao gabinete do governador Rui Costa solicitando uma audiência na qual será reivindicada a concessão integral do orçamento previsto na LOA para as quatro Ueba. Até então, não houve resposta por parte do gestor público.

“Com a concessão financeira que a Uefs tem hoje, paga-se as despesas fixas. No entanto, se houver a necessidade de compra de equipamentos, continuidade de obras, manutenção predial ou apoio à participação dos docentes em eventos, por exemplo, não há margem financeira para custeá-las”, informou Evandro do Nascimento, queixando-se que as administrações das universidades não têm autonomia para decidir sobre a contratação de serviços e aquisição de bens e materiais em função do controle exercido pelas secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz) e da Administração (Saeb).

Orçamento Uefs

Por conta do contingenciamento imposto pelo governo Rui Costa, a Uefs deixou de receber, de janeiro a junho deste ano, na rubrica de custeio e investimento, R$ 10.666.522,00.

Além deste prejuízo, a Uefs iniciou 2018 com Despesas de Exercícios Anteriores (DEA) na ordem de R$ 2,8 milhões. A maior parte da despesa está relacionada a reequilíbrio de contratos com as empresas prestadoras de serviços terceirizados. Isso acontece, segundo a Assessoria de Planejamento da Uefs (Asplan), porque o orçamento previsto na LOA não considera os reequilíbrios contratuais.

Na tabela abaixo, veja quanto o governo deixou de repassar para a rubrica de custeio e investimento da Uefs, nos últimos seis meses.

2018

    Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho
TOTAL Esperado R$5.496.749,00 R$5.496.749,00 R$5.496.749,00 R$5.496.749,00 R$5.496.749,00 R$5.496.749,00
TOTAL Realizado R$3.004.622,00 R$4.318.350,00

R$4.285.250,00

R$4.285.250,00 R$4.435.250,00 R$4.285.250,00

 

A reunião do Fórum de Reitores ocorreu no dia 15 deste, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), em Vitória da Conquista.

Movimento Docente

Frente à restrição dos direitos trabalhistas, ao arrocho salarial e à crise financeira nas universidades, o Fórum das ADs esteve na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e na Secretaria de Educação (SEC). Na ocasião, pautou a necessidade da abertura do diálogo por parte do governo. 

As Associações Docentes (ADs) encaminharam novos documentos ratificando o compromisso das diretorias em resolver os problemas que envolvem as Universidades Estaduais da Bahia (Ueba). O documento apresentado na SEC foi entregue ao subsecretário da pasta, Nildon Pitombo. O arquivo reivindica uma reunião com o governo em caráter de urgência.

Na AL-BA, o Fórum das ADs cobrou à presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Serviços Públicos, Fabíola Mansur (PSB), uma audiência pública para discutir a pauta. Até então, a categoria não recebeu respostas.

No intuito de pressionar ainda mais o governo Rui Costa, o Fórum das ADs intensificará a denúncia sobre a atual situação das universidades e seguirá cobrando respostas aos gestores públicos. Também exigirá uma posição mais firme do Fórum de Reitores sobre a pauta.

O indicativo de greve já foi aprovado nas assembleias de professores das quatro universidades estaduais. 

Compartilhe esta notícia!

42 ANOS DA UEFS

Em cerimônia de aniversário, diretoria da Adufs convoca os presentes à luta

Foto: Ascom/Adufs
Fala endossou a continuidade da luta

“A Uefs, assim como as demais universidades públicas, enfrenta graves problemas e sofre intensos ataques de um governo que não investe na instituição. Mas, precisamos nos manter fortes para continuar a luta em defesa destas e para assegurar que continuem públicas e de qualidade”, disse a diretora da Adufs, Ana Cerilza Mélo, aos presentes à cerimônia em comemoração aos 42 anos da Uefs. O evento ocorreu na última quarta-feira (20), no Auditório Central.

Ana Cerilza Mélo ainda ressaltou que a história da Adufs, que completou 37 anos no dia 14 de maio deste, entrelaça-se com a história da Uefs, instalada solenemente no dia 31 de maio de 1976. “A Associação dos Docentes da Uefs teve participação efetiva na discussão sobre a organização político-administrativa da Uefs”, acrescentou a docente.

A cerimônia iniciou-se com a apresentação da Orquestra Sinfônica da Uefs, que tocou por cerca de trinta minutos, seguida das falas dos representantes das entidades discentes, dos técnico-administrativos, dos docentes, bem como da administração central. Após a participação dos membros das entidades, a professora Maria Helena Besnosik, lotada na instituição, proferiu palestra sobre “O papel da Uefs na cidade de Feira de Santana”. 

Orquestra Sinfônica da Uefs abriu a cerimônia

Compartilhe esta notícia!

RESISTÊNCIA

Dia Mundial do Orgulho LGBT é lembrado em 28 de junho

Foto: Calendarr Brasil
Maioria das vítimas são homens gays

Para marcar a luta das comunidades Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) por respeito, direitos civis e contra as diversas formas de violência memora-se na próxima quinta-feira (28), o Dia Mundial do Orgulho LGBT. Apesar de o Brasil ter avançado em relação a leis que asseguram direitos e proteção aos LGBT, nas ruas, a realidade é assustadora.

Um relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), entidade que pesquisa dados sobre esta população no Brasil há quase quatro décadas, revela que, este ano, 177 LGBT morreram por lgbtfobia no Brasil, sendo 11 na Bahia. Ano passado, foram 445 – 387 por homicídio e 58 por suicídio. Ainda segundo o GGB, a cada 20 horas um LGBT morre por motivação homotransfóbica no país. Por conta desta estatística, o Brasil lidera, no mundo, o ranking de violência contra esta população.

Conforme o GGB, os principais causadores destas mortes são armas de fogo, armas brancas, espancamento, asfixia e outras. Se considerado o ano de 2017, quando se trata de mortes por Estado, São Paulo lidera a lista, com 59 mortes, depois Minas Gerais, com 43, e Bahia, com 35. A maioria das vítimas são de homens gays (187), seguidos pelas travestis (132) e mulheres trans (46).

Gean Santana, diretor da Adufs e membro do Grupo de Trabalho de Política de Classe para as Questões Etnicorraciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) da Adufs, afirma que o “28 de junho é um marco para luta LGBT mundial. Foi a partir da rebelião de Stonewall, em 28 de junho de 1969, que os LGBT do mundo iniciaram, de forma mais orgânica, a luta em defesa do direito de existir. Quase 50 anos depois, nós, LGBT, vivenciamos uma série de violências. Ainda hoje, a expectativa de vida de uma pessoa trans é de 35 anos. Portanto, apesar dos avanços que conquistamos através da luta, ainda precisamos melhorar muito”. O diretor acredita que os dados estatísticos sobre a violência contra a população LGBT no Brasil são ainda maiores, pois as autoridades jurídicas e policiais tratam, apenas, dos casos que chegam ao conhecimento público.

GTPCEGDS/Adufs
O GTPCEGDS da Adufs tem intensificado a luta contra a homofobia e a transfobia junto à categoria docente, movimentos sociais e entidades sindicais. Entre as ações estão a colaboração na elaboração da cartilha "Contra todas as formas de assédio, em defesa dos direitos das mulheres, das/os indígenas, das/os negras/os e das/os LGBT", que foi reformulada no ano passado. Houve ainda a divulgação, no site e nas redes sociais da seção sindical, dos documentários “Narrativas Docentes – Memória e Resistência LGBT” e “Narrativas Docentes – Memória e Resistência Negra”.

Os vídeos foram lançados durante o 37º Congresso do ANDES-SN, realizado em janeiro deste ano. Abordam as experiências de docentes militantes nestas temáticas, registrando trajetórias, resistências e lutas no combate às opressões vivenciadas dentro e fora das instituições de ensino às quais estão vinculados.

A diretoria também reproduziu e afixou, em todo o campus, os cartazes sobre assédio elaborados pelo Sindicato Nacional, além de propor a realização de um debate sobre “Violência de Gênero” com docentes, estudantes e técnicos.

A proposta de organização do debate ocorreu na Aula Magna realizada no dia 12 deste mês, que marcou o início do semestre letivo 2017.2 da Uefs. Durante a cerimônia, a diretoria destacou as lutas ocorridas no âmbito nacional, através da participação da seção sindical nas atividades organizadas pelo GTPCEGDS do ANDES-SN, do qual fez parte.

28 de junho
A data foi escolhida em razão da Revolta de Stonewall, que foi uma série de manifestações de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova Iorque ao bar Stonewall Inn, em Manhattan, Estados Unidos, no dia 28 de junho de 1969.

Stonewall era um bar frequentado majoritariamente por gays, lésbicas, travestis e drag queens. Nos Estados Unidos, em 1969, “atos homossexuais”, assim descritos, eram ilegais em todos os estados americanos, exceto Illinois, o que era motivo para forte repressão policial aos frequentadores da área de Greenwich Village, local onde se concentrava boa parte da população LGBT nova-iorquina. No dia 28 de junho, após uma ação policial violenta e prisões arbitrárias, os membros da comunidade LGBT iniciaram uma revolta contra a polícia, que resultou em protestos por seis dias consecutivos. 

Compartilhe esta notícia!


ANDES-SN

63º Conad começará nesta semana

Foto: ANDES-SN

Os planos de lutas gerais e dos setores do ANDES-SN serão discutidos no 63º Conad, que começará na próxima quinta-feira (28) e seguirá até o dia 1º de julho, na Universidade Estadual do Ceará (Uece), em Fortaleza. A Adufs marcará presença no evento com a participação da diretora Marilene Lopes, indicada pela diretoria, além dos observadores Gracinete Souza, Rosevaldo Ferreira e Raquel Rodrigues, escolhidos em assembleia. A indicação da diretora também foi referendada pela assembleia. 

Ainda durante o 63º Conad, na plenária de abertura, será empossada a nova diretoria do ANDES-SN, que estará à frente do Sindicato Nacional durante o biênio 2018-2020. O tema central do encontro será “Por um projeto classista e democrático de educação pública: em defesa da gratuidade, autonomia e liberdade acadêmica”.

Nova diretoria
A Chapa 1 “ANDES-SN Autônomo e de Luta” foi eleita com 51,71% dos votos dos eleitores que compareceram às urnas de todo o país, nos dias 9 e 10 de maio. A votação ocorreu, através de voto direto e secreto, nas secretarias regionais e em 99 seções sindicais do Sindicato Nacional em todo o país.

Do total de docentes aptos a votar (69.152), 24,42% compareceram às urnas, ou seja, foram 16.887 votantes. Desses, 8.732 (51,71%) votaram na chapa 1; 7.215 (42,73%) na chapa 2; 481 (2,85%) em branco; e 459 foram votos nulos (2,72%). 

Fonte: ANDES-SN, com edição.

Compartilhe esta notícia!

Emenda Constitucional 95 aumenta precarização de campi afastados

Dirigentes de campi de Instituições de Ensino Superior (IES) relataram em audiência pública, realizada no dia 19 deste, que estão enfrentando dificuldades na gestão dos campi das IES fora da sede. A audiência foi realizada na Comissão de Educação (CE) da Câmara dos Deputados para debater a realidade das unidades afastadas. A situação, segundo eles, foi agravada por conta da crise econômica e da Emenda Constitucional (EC) 95/16, que congela os investimentos públicos por 20 anos.

Entre os principais problemas apontados pelos dirigentes estão: a falta de infraestrutura, de recursos humanos e de orçamento. Segundo estes dirigentes, os problemas foram apontados pela primeira vez em 2011. Na ocasião, foi entregue um documento ao governo federal com 13 reivindicações. Sete anos depois, a pauta já conta com 18 pontos, entre eles, orçamento, gestão, recursos humanos, assistência estudantil, etc. Atualmente há 332 campi universitários: destes, 268 unidades estão fora das sedes. No caso dos institutos federais, são 41 instituições e 650 campi espalhados pelo país.

Os problemas também passam pela questão salarial. O campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) em Coari, a 400 km de Manaus, abriu 22 vagas para professores no curso de Medicina, mas nenhuma foi preenchida porque ninguém se dispôs a ganhar R$ 2.600 por 20 horas semanais de trabalho.

Jacob Paiva, 1º secretário do ANDES-SN, acompanhou o debate e falou aos presentes na audiência que desde o início da expansão das universidades via Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), a categoria docente percebeu que o processo foi feito sem muito planejamento.

Fonte: ANDES-SN, com edição. 

Compartilhe esta notícia!

Docentes da Universidade do Estado do Pará seguem em greve há mais de 30 dias

Em assembleia, os docentes da Universidade do Estado do Pará (Uepa) deliberaram pela continuidade da greve, iniciada no dia 8 de maio. A decisão de paralisar as atividades foi tomada diante dos sucessivos descumprimentos de acordo e do rechaço ao diálogo com a categoria por parte do governo.

As pautas da greve docente da Uepa vêm desde o ano de 2015. Eles reivindicam reajuste salarial de 30%; aumento no valor do vale-alimentação; melhores condições de financiamento para a instituição; mais a abertura de novas vagas para docentes na universidade por meio de concursos públicos, ampliação de vagas em regime de Dedicação Exclusiva (DE) e progressão vertical dos docentes que estão na fila.

A assembleia ocorreu no dia 15 deste mês.

Fonte: ANDES-SN, com edição.

Compartilhe esta notícia!


CSP-Conlutas

Mulheres tomam as ruas pela legalização do aborto

Depois da importante vitória da luta das mulheres na Argentina, com a aprovação da legalização do aborto na Câmara dos Deputados, os movimentos organizados, sobretudo na América Latina, se inspiraram e renovaram energias. No Brasil, na última sexta (22), em pelo menos sete estados, houve atos exigindo o mesmo direito.

Tanto o caso da Argentina, que colocou o país, junto com Uruguai e Cuba, na lista de países da América Latina, onde o aborto é legalizado, como o caso da legalização aprovada na Irlanda, outro símbolo de vitória em defesa da vida as mulheres, foram passos fundamentais para a luta feminista internacional.

Somente com a pressão popular foi possível conquistar a atenção política para o assunto como caso de saúde pública, e não com o envolvimento da polícia, como ocorre no Brasil e em tantos outros países.

O Movimento Mulheres em Luta (MML), filiado à CSP-Conlutas, expressou em nota solidariedade não somente em apoio à luta das mulheres argentinas, como também para impulsionar no Brasil o debate na sociedade e enfrentar os setores conservadores que tentam impor uma criminalização ainda maior às mulheres brasileiras, proibindo o aborto mesmo nos casos de estupro, de risco à vida da mãe ou em fetos anencéfalos.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição.

Compartilhe esta notícia!

Servidores realizam dia de luta por data base da categoria e contra as reformas de Temer

Foto: CSP-CONLUTAS
Ato ocorreu em Brasília

Na última terça (19) foi dia de luta nacional do funcionalismo público. A mobilização, em Brasília (DF), foi pela revogação da Emenda Constitucional (EC 95), que impede investimentos na saúde e educação por vinte anos, da Reforma Trabalhista, pelo direito à data-base dos servidores públicos e pelo arquivamento da Reforma da Previdência.

Organizado pelas entidades nacionais que reúnem o Fonasefe e o Fonacate, o ato em frente ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) contou com a presença de entidades de servidores, como o ANDES-SN, o Condsef, o Sinsasefe, Fenajufe, Asfoc, entidades de base, além de movimentos sociais.

Segundo o dirigente da Secretaria Executiva Nacional CSP-Conlutas, Gibran Jordão, presente à mobilização em Brasília, “os atos de hoje são fundamentais na luta pelas reivindicações dos servidores”.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição. 

Compartilhe esta notícia!

Junte-se e lute!

FILIE-SE À ADUFS

"Ser filiado não é somente uma opção por melhoria das condições de salário e de trabalho. A luta sindical é imprescindível em tempos de destruição das conquistas dos trabalhadores e, no nosso caso, na tentativa de destruição do serviço público”..


Edson do Espírito Santo – Professor do Departamento de Educação (DEDU)

A força do sindicato está em seus/suas filiados (as) e na capacidade de defender os interesses da categoria. Desde a sua criação, em 1981, a Adufs tem pautado a luta em uma prática democrática, coerente e firme na defesa de um projeto de universidade pública.

Participar do sindicato é exercer cidadania, é ser sujeito da sua história. Para filiar-se é preciso preencher um formulário (aqui), autorizar o desconto mensal de 1% sobre os vencimentos, assinar e entregar na Sala da Associação, que fica no Módulo IV (MT 45) da Uefs.

Avenida Transnordestina, MT 45, Novo Horizonte
Campus Universitário - UEFS - CEP 44036-900 - Feira de Santana - BA
Tel: (75) 3224 - 8072 | 3224 - 3368
Email: ascomadufsba@gmail.com
www.adufsba.org.br

Facebook Twitter YouTube

Política de Privacidade | Unsubscribe
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia