Ano X - Edição 461 - 22/05/2018
Reunião ocorreu na sede da Adufs - Foto: Ascom Fórum das ADs

Fórum das ADs indica calendário de mobilização para os próximos dias

Em reunião, o Fórum das ADs discutiu os próximos passos da luta. Os docentes fizeram uma avaliação sobre a inflexibilidade do governo Rui Costa (PT) para dialogar com o movimento e a insatisfação crescente dos professores diante do maior arrocho salarial dos últimos 20 anos. Foi encaminhada uma nova ação na Governadoria, que ocorreu na última terça (15) (leia mais). Além de protocolar novos documentos nas instâncias governamentais, foi apontado também um calendário de mobilização com rodadas de assembleias e iniciativas locais. O encontro do Fórum ocorreu na última segunda-feira (14), na Adufs.

Em destaque no calendário de maio está a Semana Nacional de Lutas das Instituições Estaduais e Municipais de Ensino Superior, que ocorrerá de 21 a 25 de maio em todo o país. Na Bahia, o Fórum apontou a realização de saraus locais em cada universidade estadual com o tema “AS UEBA RESISTEM”. A proposta é fortalecer a resistência através da arte e cultura. Além dos saraus, será publicado também nessa semana uma matéria especial do Fórum das ADs sobre as contrarreformas na Educação.

Rodadas de assembleias
O Fórum das ADs também indicou uma rodada de assembleias entre os dias 28 e 30 de maio. Estão previstos nos pontos de pauta análise de conjuntura, pauta interna e a escolha do delegado para o 63º Conselho do ANDES-Sindicato Nacional (CONAD), que este ano terá o tema "Por um projeto classista e democrático de educação pública: em defesa da gratuidade, autonomia e liberdade acadêmica”. Na Uefs, a assembleia será realizada no dia 29, em horário e local a serem definidos.

A próxima reunião do Fórum das ADs ocorrerá em Vitória da Conquista, na Adusb, no dia 7 de junho.

Confira o calendário do mês de maio completo.

Ida à Governadoria
O Fórum das ADs esteve na Governadoria e nas secretarias estaduais da Educação (SEC) e da (Administração Saeb), na última terça (15), em busca de diálogo. Na oportunidade, foi protocolado, novamente, um documento que ratifica a pauta de reivindicações 2018 e a necessidade de resolver as demandas do movimento docente. Junto ao novo ofício foram anexadas cópias dos documentos protocolados nos dias 18 de dezembro de 2017 e 20 de março de 2018. 

Leia o documento na íntegra.

Mesmo após a tentativa de negociação no dia 26 de março deste ano com o subsecretário da Educação, Nildon Pitombo, o governador Rui Costa se mantém em silêncio. Apesar de Pitombo ter reconhecido os problemas e se comprometido em marcar uma reunião entre o governo e a categoria; até então, não houve nenhum retorno dos gestores. Além do silêncio sobre a pauta de reivindicações, a Assembleia Legislativa da Bahia também permanece omissa sobre solicitação dos professores de marcar uma audiência pública com o tema "Desafios do ensino superior público da Bahia". O documento com o pedido da audiência foi protocolado em julho de 2017. Leia mais.

Assista ao vídeo do Fórum das ADs na governadoria. 

Inflexibilidade e perdas de direitos
Há mais de 220 dias, o governo não se reúne com o movimento. Na prática, já são três anos sem negociação. Desde a forte e vitoriosa greve de 2015, o governo estadual não flexibiliza as suas posições. Os reflexos desse descaso são os problemas que só se acumulam e refletem na vida de milhares de estudantes e trabalhadores.

No que diz respeito aos direitos trabalhistas, já são quase quatro anos de salários congelados. Segundo o Dieese, esse já é o maior arrocho salarial dos últimos 20 anos. Além do salário, o governo também não respeita o Estatuto do Magistério Superior. Centenas de professores estão há anos aguardando as promoções, progressões e mudança de regime de trabalho.

O sucateamento das Universidades Estaduais da Bahia (Ueba) também é outro problema. O governo aplica uma política de contingenciamento orçamentário que prejudica o ensino, pesquisa e extensão das instituições. De 2013 a 2017, as universidades acumularam um corte de mais de 200 milhões no custeio e investimento.

Como resposta ao descaso, atualmente os docentes das quatro universidades estão com indicativo de greve aprovado.

Leia mais sobre a pauta de reivindicações 2018.

Fonte: Ascom Fórum das ADs, com edição. 

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BAHIA

Comitê em Defesa da Educação Pública define local da fase preparatória ao III ENE

Foto: Marilene Rocha
Adufs representada por duas docentes

Em reunião, o Comitê Estadual em Defesa da Educação Pública decidiu que haverá três etapas anteriores ao Encontro Preparatório Estadual para o III Encontro Nacional da Educação (III ENE). Essas fases serão divididas em territórios, com atividades realizadas nas regiões do Recôncavo, Sul e Sudoeste baiano, uma vez que em tais áreas há representações que fazem parte do Comitê. Após os três momentos de debates, os participantes se reúnem na Universidade Estadual de Santana Cruz (Uesc), em Ilhéus, em data a ser definida, para o Encontro Preparatório Estadual ao III ENE. O grupo encontrou-se no último sábado (19), na Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador. A Adufs foi representada pela diretora Marilene Rocha e pela professora Gracinete Souza.

Na região do Recôncavo baiano, onde a Adufs está inserida, a etapa preparatória será realizada na Universidade da Integração Nacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), na cidade de São Francisco do Conde, em junho.

Na pauta da reunião de sábado (19), também estavam a militarização das escolas estaduais e residência pedagógica, mas os itens não foram discutidos em função das questões organizacionais do Comitê.

A próxima reunião do Comitê acontecerá dia 9 do próximo mês, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), campus de Vitória da Conquista.

ENE
As discussões realizadas no âmbito preparatório do comitê baiano serão encaminhadas ao Comitê Nacional em Defesa da Educação Pública, assim como os demais debates que devem ser realizados nos outros estados. Durante o III ENE, as propostas serão apreciadas pelos presentes e sistematizadas através de documento. O III Encontro ocorrerá entre 3 e 5 de agosto deste ano, em local a ser definido.

“Os debates feitos nos encontros nacionais até então realizados foram fundamentais para o direcionamento das questões relativas a cada Estado. Além disso, seguimos com a necessidade de manter o comitê baiano ativo, uma vez que os problemas são muitos e precisamos estar alertas para o combate”, disse Marilene Rocha.  

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GREVE DOS TERCEIRIZADOS DA LIMPEZA

Terceirizados da limpeza protestam contra o atraso no pagamento dos salários

Foto: Ascom/Adufs
Mobilização dos terceirizados continua

A partir das 5h de segunda-feira (21), os trabalhadores terceirizados que prestam serviço de limpeza à Uefs fizeram uma barreira humana em frente ao pórtico, impedindo o acesso de campus. Paralelamente, foi realizada uma manifestação no local, que contou com o apoio da diretoria da Adufs, dos estudantes e técnico-administrativos. A categoria suspendeu os trabalhos desde o dia 14 deste mês.

Ainda na noite de ontem (21), a administração central da Uefs divulgou uma nota informando que “já comprovou ao Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza e Conservação que realizou os procedimentos internos para o pagamento dos trabalhadores”. O documento também relata que “diante disso, de acordo com o Sindicato, nesta terça-feira (22), haverá retorno dos serviços de limpeza à normalidade, o que possibilita a retomada da rotina administrativa e acadêmica no campus universitário normalmente”. No entanto, os terceirizados do setor de limpeza não voltaram a trabalhar. Hoje (22), o acesso ao campus foi permitido somente a pé.

Conforme Adi Ribeiro, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza Pública, Particular e Terceirizados de Feira de Santana e Região (Sintralp), o retorno aos postos de trabalho só ocorrerá após recebimento de todos os valores em atraso, o que além dos salários, incluem os vales-transporte e alimentação.

Durante o protesto ocorrido na segunda (21), os terceirizados deram espaço para a fala dos presentes. O diretor da Adufs, André Uzêda, solidarizou-se com a categoria, informou que a diretoria está à disposição do movimento e endossou o apoio à luta em defesa das condições de trabalho. “O atraso no pagamento de salários e dos vales dos terceirizados é uma situação rotineira. Precisamos dizer ao governo do Estado que as universidades estaduais baianas não poderão sobreviver, caso este persista com a política de redução de recursos de investimento e manutenção das instituições. A terceirização, uma grande ameaça à classe trabalhadora, já é lei. É necessário unir-nos para, ainda mais fortalecidos, tentar impedir o avanço dos ataques dos governos, que ocorre nas esferas municipal, estadual e federal”, denunciou Uzêda.

O apoio da diretoria da Adufs à luta dos terceirizados por condições de trabalho já foi manifestado em outros momentos. Nos períodos de mobilização, a diretoria comparece aos locais de organização dos terceirizados, solidarizando-se. Também vem denunciando os constantes atrasos nos pagamentos dos salários, publicou moção em apoio à categoria, ano passado, e, em maio de 2017, doou 123 cestas básicas aos funcionários da limpeza.

Diretoria da Adufs solidária ao movimento

Realidade dos terceirizados da limpeza
Vale-transporte referente aos meses de abril e maio, vale-alimentação deste mês, mais o salário do último mês sem serem pagos. O salário de maio vencerá em oito dias. Essa é a realidade dos trabalhadores terceirizados do setor de limpeza da Uefs.

Prestação do financiamento imobiliário sem pagar, contas de água, luz e telefone acumulados, débitos em pequenos comércios dos bairros onde moram e até a falta de alimento para o sustento da família fazem parte de uma triste e constante realidade enfrentada por esses funcionários.

“Quem tem uma situação menos pior tenta ajudar o mais necessitado. Essa semana, quem pôde, trouxe um quilo de alimento de casa para montar uma cesta básica para dois colegas. Têm pessoas aqui que há meses não sabem o que é fazer uma feira no supermercado. A maioria tem vindo trabalhar a pé ou de carona, quando acha, porque também não há como pagar o transporte público”, relatou Antônia Sued Lima, que há treze anos trabalha no setor de limpeza da Uefs. Ainda conforme a funcionária, desde que a empresa prestadora do serviço firmou contrato com a universidade, há um ano e dois meses, o pagamento é feito com atraso.

Antes do protesto no pórtico, na segunda-feira (21), os terceirizados da limpeza passaram a última semana mobilizados em frente ao prédio da Reitoria.

Administração da Uefs
A empresa prestadora do serviço não tem cumprido com as obrigações contratuais – na maioria das vezes, por dificuldades dessa em concluir, com êxito, os trâmites burocráticos que envolvem o processo de pagamento dos funcionários. Como já ocorrido anteriormente, a administração da universidade informou que depositará os valores diretamente na conta bancária dos trabalhadores. A previsão é que os terceirizados recebam os salários e os vales em atraso até a próxima sexta-feira (25).

Em nota, a administração da universidade informou que, usando das prerrogativas legais e administrativas que lhe cabem, irá processar administrativamente a empresa Bella Agenciamento de Mão de Obra Eireli, prestadora do serviço. Anteriormente, os gestores já haviam acionado a Justiça contra a Prosseli, que “penalizada com sansão suspensiva, está impedida de licitar com o Governo do Estado por 15 meses”.

Ainda conforme o documento divulgado pela administração, uma nova empresa está sendo contratada para substituir a Bella. A previsão é que o contrato entre ambas as partes, estabelecido via licitação emergencial, seja firmado a partir de junho. O contrato é válido por 90 dias, prorrogável por igual período. “Paralelamente, um processo licitatório definitivo está em andamento, a fim de termos um contrato futuro que poderá ter vigência de 12 meses, podendo ser aditado por iguais períodos até completar 60 meses”, diz a nota.

Técnico-administrativos
Em assembleia realizada nas proximidades do pórtico da Uefs, na segunda-feira (21), os servidores técnico-administrativos da Uefs aprovaram a suspensão dos trabalhos, a partir de então, até que sejam resolvidos os problemas relacionados às condições insalubres de trabalho na universidade.

“Há ar-condicionado sem manutenção, falta limpeza em diversos espaços da Uefs, tem lixo espalhado nos banheiros e salas de aula sujas, dentre outros problemas”, citou Daiana Alcântara, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau (Sintest). A assembleia da categoria estava marcada para segunda (21), no Módulo II, mas em respeito à decisão dos terceirizados de impedir o acesso ao campus, a assembleia ocorreu do lado de fora da universidade. 

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CONGRAÇAMENTO

Professores se confraternizam em mais uma Quinta-Encontros

Foto: Ascom/Adufs
Evento foi animado por Laísla Silva

Os 37 anos de lutas e conquistas da Adufs, comemorado em 14 de maio, foram lembrados pela diretoria da Adufs na Quinta-Encontros, realizada no dia 17 deste, ao lado da Associação. Além de comemorar o aniversário do sindicato, foi apresentada a campanha de mídia 2018, cujo tema é “O governo da Bahia faz o maior arrocho salarial em 20 anos”.

Durante o evento, a diretora Marilene Lopes, em sua fala, destacou a importância da luta travada pela Adufs em defesa da educação pública superior, da carreira docente e por uma sociedade mais justa e igualitária. Também ressaltou que independentemente das diferentes posições políticas existentes no conjunto dos docentes, a conjuntura atual exige a união da categoria, pois somente fortalecida conseguirá obter resultados na luta contra os ataques do governo Rui Costa.

Marilene Lopes ainda anunciou que a comemoração dos 37 anos da Adufs será realizada no dia 14 de julho. O horário e local da festa serão divulgados pela Associação assim que definidos.

Durante toda a Quinta-Encontros, as peças da campanha de mídia do Fórum das ADs foram exibidas através de telão para os presentes. A animação ficou por conta da artista feirense Laísla Silva, que cantou várias canções da Música Popular Brasileira (MPB).  

                            

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Uefs

Comunidade acadêmica avalia e discute a Política de Ações Afirmativas

Foto: Ascom/Adufs
Presentes reivindicaram novas pautas

As propostas apresentadas pela comunidade acadêmica durante o Seminário 10 anos de Ações Afirmativas na Uefs serão sistematizadas para compor o novo documento que substituirá a Resolução do Conselho Universitário (CONSU) 034/2006. As sugestões foram dadas através de mesas e debates realizados na última terça (15) e quarta-feira (16), no Anfiteatro do Módulo II da instituição. Os presentes destacaram a importância das políticas de acesso, permanência e pós-permanência dos estudantes, porém, ressaltaram que são necessárias melhorias.

O diretor da Adufs, Gean Santana, mediador da mesa redonda que discutiu o tema do evento, lembrou que o Programa de Ações Afirmativas da Uefs não foi concessão de governos ou reitorias, mas uma reivindicação do movimento negro de Feira de Santana. Também falou sobre a necessidade de a proposta contemplar os alunos da pós-graduação.

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SEM REAJUSTE

Bancada de Rui Costa na AL-BA veta aumento do servidor público

Foto: Arquivo/Agência AL-BA
São três anos de perdas salariais

A votação do projeto de lei que reajusta em 10,38% os salários dos servidores públicos penitenciários ocorreu na última terça-feira (8), na Assembleia Legislativa da Bahia. A bancada de oposição apresentou emenda estendendo o aumento a todo o serviço público. Contudo, a bancada governista, representante de Rui Costa, não aceitou a emenda sugerida pelo bloco de oposição.

O relator da matéria, deputado Rosemberg Pinto (PT), rejeitou a emenda com a justificativa de que ela é inconstitucional. O líder do governo, Zé Neto (PT), endossou a justificativa afirmando que o pedido não foi acatado porque, se o reajuste fosse concedido a todas as categorias do funcionalismo estadual, haveria problemas orçamentários para o governo e violação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Apesar de essa ter sido a justificativa dos representantes da bancada governista, os números e os estudos mostram o contrário.

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UEFS

Seminários temáticos abordam o golpe de 2016 e a ameaça à democracia

Foto: Ascom Uefs
Atividade é organizada pelo Dedu

Deste mês até julho, o Departamento de Educação da Uefs (Dedu) promoverá um ciclo de Seminários Temáticos sobre “O golpe de 2016 e o futuro da democracia”. O tema da primeira atividade foi “Estado autoritário e conservadorismo político no Brasil”, ministrado pelo jornalista Emiliano José da Silva, na última quinta-feira (10), no Anfiteatro do Módulo II da universidade.

Para a diretoria, é urgente que as centrais sindicais convoquem os trabalhadores a irem às ruas para lutar contra o retrocesso imposto por Michel Temer, por direitos e pela democracia que cotidianamente vem sendo atacada e que ficou ainda mais ameaçada com os precedentes que levaram à destituição da ex-presidente e à prisão de Lula. Ataques estes que iniciaram antes mesmo dos acontecimentos políticos ocorridos em 2016 e que se intensificaram no governo atual.

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ANDES-SN

Maioria dos professores votantes da Uefs elege a Chapa 1 para a diretoria do Sindicato Nacional

Foto: Ascom/Adufs
Chapa 1 eleita com 56,85% dos votos

Pouco mais de 16.880 professores de todo o país compareceram às urnas para escolher a nova diretoria do ANDES-SN, biênio 2018-2020. Conforme divulgado pela Adufs, na última semana, a Chapa 1 “ANDES Autônomo e de Luta” foi eleita com 51,71% dos votos dos eleitores das seções sindicais. Já a chapa 2 “Renova Andes” acumulou 42,73% dos votos computados.

Na Uefs, a maioria dos professores também optou pela Chapa 1. Conforme a ata de apuração da Comissão Eleitoral Local (CEL) da Adufs, a chapa “ANDES Autônomo e de Luta” foi eleita com 56,85% dos votos e a chapa “Renova Andes” obteve 42,47%. No total, foram 143 votantes. A apuração iniciou às 8h30 do dia 11 de maio, na sede da Adufs.

Conforme a Aduneb, a vitória da Chapa 1 também se repetiu no âmbito da Regional Nordeste III, na qual estão inseridas as seções sindicais das demais Universidades Estaduais Baianas, de Sergipe e de Alagoas. Os números da eleição na RN III foram 997 votos à Chapa 1 (50,82%) e 920 (46,89%) para chapa 2. Brancos e nulos somaram 2,29%.

Pricila Oliveira, diretora da Adufs e presidente da CEL avaliou que “estamos satisfeitos com o resultado do trabalho da Comissão Eleitoral Local durante as eleições na Uefs, que ocorreram sem intercorrências, dentro do esperado”.

Para Gean Santana, diretor da Adufs, o resultado das eleições na Uefs demonstra que os professores que compareceram às urnas optaram por um sindicato classista e combativo, que defenda os reais interesses dos docentes, além de ser independente de governos, reitorias e autônomo frente aos partidos políticos.

As eleições ocorreram em todo o país nos dias 9 e 10 de maio.
 

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Setor das Estaduais e Municipais inicia Semana de Lutas

Foto: ANDES-SN

O Setor das Instituições Estaduais e Municipais de Ensino (Setor das Iees/Imes) do ANDES-SN realizará a Semana Nacional de Lutas de 21 a 25 de maio, em todo o país. Os docentes reivindicarão a garantia e ampliação do financiamento público nas instituições e contra a apropriação do fundo público pelo capital privado, que resulta em privatização e sucateamento.

A Semana de Lutas do Setor das Iees/Imes foi deliberada pelo 37º Congresso do ANDES-SN, realizado em janeiro, em Salvador.

Caroline de Araújo Lima, 1ª vice-presidente da Regional Nordeste III do ANDES-SN e uma das coordenadoras do Setor das Iees/Imes, ressalta que há mobilizações importantes dos docentes estaduais de São Paulo e Minas Gerais e que a Semana de Lutas dará um caráter nacional à luta da categoria por financiamento e contra o sucateamento.

Fonte: ANDES-SN, com edição.

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Salvador sediará Seminário Unificado da Imprensa Sindical e Encontro de Jornalistas

Foto: Seminário da Imprensa Sindical

Entre os dias 31 de maio e 2 de junho, Salvador será sede do 6º Seminário Unificado da Imprensa Sindical e do 4º Encontro dos Jornalistas Sindicais, atividade voltada para profissionais e estudantes de comunicação, dirigentes e militantes sindicais, com o objetivo de discutir e propor alternativas, ampliar o debate e traçar estratégias de divulgação das atividades promovidas pelo movimento sindical.

Ambas as atividades ocorrerão no Hotel Vila Velha, no Corredor da Vitória. Representantes das quatro associações docentes das Universidades Estaduais da Bahia (Ueba) estarão presentes.

O seminário é uma realização do Fórum de Comunicação da Classe Trabalhadora junto ao Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), e contará com participações em mesa de representantes estaduais e nacionais de diversos movimentos sociais e da comunicação. Entre os que já confirmaram presença estão: a socióloga e ouvidora do Ministério Público da Bahia, Vilma Reis, a presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Ângela Guimarães, o jornalista, escritor e professor, Leandro Fortes, a coordenadora do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), Claudia Giannotti, e a jornalista Renata Mielli, secretária geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.

O evento discutirá temas que estão na ordem do dia, como a democratização da mídia e a luta pela neutralidade da rede; o tratamento das pautas de raça, gênero e movimentos populares na comunicação do movimento sindical; a importância da mídia alternativa na luta de classes, dentre outros assuntos.

O Seminário Unificado da Imprensa Sindical já passou por cidades como Florianópolis, Curitiba e Brasília.

Fonte: ANDES-SN, com edição. 

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CSP-Conlutas

Em Recife, greve dos professores começa forte e se soma às mobilizações no PA, RN, RJ, AM e SC

A greve dos professores de Recife (PE) começou com forte adesão da categoria. Cerca de 80% das escolas municipais amanheceram fechadas, com quase 400 unidades entre escolas, creches e CMEIs (educação infantil), na última segunda (14). Assim como no Recife, também em outros estados e cidades, o descontentamento com os baixos salários, a precariedade nas condições de ensino e os ataques dos governos têm levado professores e trabalhadores da educação à realização de mobilizações.

Educadores da rede estadual do Pará estão parados com a mesma reivindicação: cumprimento do Piso Nacional. A deflagração do movimento foi em 2 de maio. Esses trabalhadores são os que têm menor remuneração em todo país. O Ministério da Educação estabeleceu o piso de R$ 2.455,35 a ser pago para os professores com jornada de 40 horas semanais. No entanto, o piso pago é o referente ao ano de 2015, no valor de R$ 1.927,00.

Em Natal (RN), os professores municipais, em greve desde o dia 23 de março, reivindicam 6,81% de reajuste, melhores condições de trabalho, reformas nas escolas e o pagamento de direitos negados, como o retroativo do Piso 2017 para os aposentados, entre outras demandas.

No Rio de Janeiro (RJ), os profissionais da rede municipal decidiram entrar em estado de greve. Em Niterói, os trabalhadores já decretaram greve por tempo indeterminado desde a última terça (15). A categoria vem fazendo diferentes tipos de manifestações e várias tentativas de negociações desde 2014, sem avanços significativos no atendimento das reivindicações por parte do governo municipal.

Já os trabalhadores em Educação do Amazonas reivindicam reajuste salarial de 15% para professores municipais de Manaus, reajuste do vale-transporte e vale-alimentação, transparência no uso dos recursos do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb), incorporação da regência de classe ao vencimento, progressões horizontais e verticais, reajuste da FEM da educação especial, HTP para professores do 1º ao 5º ano, entre outros. Em Florianópolis (SC), os trabalhadores em Educação da regional São José (SC) farão uma paralisação nesta terça-feira (22) e convocam toda a categoria a integrar o movimento. A categoria está em campanha salarial e reivindica reajuste de 6,81%.

A dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Joaninha Oliveira, fez um vídeo em apoio a todas essas paralisações e greves e reiterou a solidariedade da Central para cada uma dessas lutas.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição. 

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17 de maio marca Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia

Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças. Desde então, a data marca o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia e virou símbolo da luta por direitos humanos e pela diversidade sexual, contra a violência, intolerância e discriminação.

Segundo Caiuá Cardoso Al-Alam, um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de Políticas de Classe, Questões Étnico-Raciais, Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) do ANDES-SN, o Sindicato Nacional tem, nos últimos anos, intensificado a luta contra as opressões (dentre elas a homofobia e a transfobia) junto à categoria docente e também fortalecido a ação conjunta com demais movimentos sociais e entidades sindicais.

O diretor do Sindicato Nacional cita como exemplos a cartilha "Contra todas as formas de assédio, em defesa dos direitos das mulheres, das/os indígenas, das/os negras/os e das/os LGBT", que foi reformulada no ano passado, e os documentários, produzidos em parceria com o jornalista Rafael Balbueno, intitulados “Narrativas Docentes – Memória e Resistência LGBT” e “Narrativas Docentes – Memória e Resistência Negra”.

Violência
Em 2017, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) foram mortos em crimes motivados por homofobia. O número representa uma vítima a cada 19 horas. O dado está em levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que registrou o maior número de casos de morte relacionados à homofobia desde que o monitoramento anual começou a ser elaborado, há 38 anos. Em 2016, foram registrados 343 casos. Das 445 vítimas assassinadas por LGBTfobia em 2017, 194 eram gays, 191 eram pessoas trans, 43 eram lésbicas e cinco eram bissexuais.

Fonte: CSP-CONLUTAS, com edição. 

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Junte-se e lute!

FILIE-SE À ADUFS

“"Sou filiado à ADUFS, pois, o Sindicato faz um importante papel de representação dos professores frente ao Estado da Bahia, seja nas questões salariais, seja nos demais temas de interesse da classe".”.


Agenor Sampaio Neto, professor do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas (DCIS).

A força do sindicato está em seus/suas filiados (as) e na capacidade de defender os interesses da categoria. Desde a sua criação, em 1981, a Adufs tem pautado a luta em uma prática democrática, coerente e firme na defesa de um projeto de universidade pública.

Participar do sindicato é exercer cidadania, é ser sujeito da sua história. Para filiar-se é preciso preencher um formulário (aqui), autorizar o desconto mensal de 1% sobre os vencimentos, assinar e entregar na Sala da Associação, que fica no Módulo IV (MT 45) da Uefs.

Avenida Transnordestina, MT 45, Novo Horizonte
Campus Universitário - UEFS - CEP 44036-900 - Feira de Santana - BA
Tel: (75) 3224 - 8072 | 3224 - 3368
Email: ascomadufsba@gmail.com
www.adufsba.org.br

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